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Varejo está de olho no m-commerce, o futuro do comércio eletrônico

por Juan D'Antiochia Terça-feira, 15 de Maio de 2018   Tempo de leitura: 3 minutos

Os smartphones revolucionaram a forma das pessoas se comunicar, acompanhar notícias e tendências, já que tudo é feito de maneira ágil e instantânea. Consequentemente, as redes sociais estabeleceram um marco ao unir todas essas possibilidades em um só lugar. Não é à toa que os smartphones se transformaram em fenômenos. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 92,1% dos acessos à internet são efetuados via dispositivos móveis.

As empresas têm enxergado um grande potencial para expandir seus negócios em meio a este cenário de tecnologia e inovação. Nos últimos anos, o m-commerce (compras feitas a partir de um dispositivo móvel) cresceu significativamente, abrindo novos caminhos e possibilidades para o comércio eletrônico. De acordo com estudo, 78% dos brasileiros que usam smartphones preferem fazer compras via aplicativo.

Recentemente, o Instagram liberou um recurso de compras no aplicativo em vários países, entre eles o Brasil. Varejistas podem expor facilmente os produtos com várias informações adicionais, como preço, descrição e com links diretos que levam às lojas oficiais, caso o usuário queria fazer a compra, economizando tempo e esforço. O app possui cerca de 50 milhões de usuários no Brasil, o segundo maior do mundo, perdendo apenas para os EUA.

Esse novo recurso representa mais um marco no m-commerce, já que os consumidores podem compartilhar e adquirir os produtos que tanto querem, com muita praticidade e alto nível de detalhes, com fotos e informações. A praticidade para comprar empolga os consumidores e o mercado varejista, afinal, a previsão é de que as transações via dispositivos móveis no e-commerce aumentem cerca de 50% nos próximos 5 anos. As empresas estão percebendo o alto potencial do comércio eletrônico e, a melhor maneira de atender à essa crescente demanda é criando novos canais e possibilidades de comercializar seus itens.

Os consumidores desejam cada vez mais processos de compra “frictionless”, termo em inglês que explica a ausência de atritos. Isso significa as pessoas têm todo o poder de compra, com poucos ou nenhum envolvimento de intermediários. É possível comprar uma variedade de mercadorias sem pisar na loja física: basta ter os dados do cartão de crédito.

As empresas que oferecem mercadorias e serviços devem levar em conta a mobilidade no comércio eletrônico, promovendo uma experiência de compra otimizada no site e nos aplicativos. Uma integração robusta entre as duas plataformas facilitará a pesquisa e a aquisição do consumidor. O mesmo estudo aponta que 53% dos brasileiros ficariam satisfeitos em pagar mais por um produto, serviço ou viagem se a experiência do usuário for melhor.

O recurso de compras anunciado pelo Instagram é um exemplo de como a experiência do consumidor está evoluindo e é essencial para o desenvolvimento dos varejistas, a fim de permitir que as pessoas comprem a partir de qualquer lugar usando um dispositivo móvel. Esse é o começo de uma grande mudança na forma de escolher mercadorias e pagar por elas.

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