Termos técnicos não representam o varejo

por Fred Rocha Quinta-feira, 27 de março de 2014

Falar de varejo, técnicas de venda e como utilizar ferramentas para que seu anúncio ou produto seja visto está na moda. O problema é que grande parte dos varejistas não entendem os termos técnicos que são utilizados por quem escreve para esse público.

Segundo o Sebrae-NA, no Brasil existem 6,3 milhões de empresas. Desse total, 99% são micro e pequenas empresas (MPEs). Os pequenos negócios (formais e informais) respondem por mais de dois terços das ocupações do setor privado. As micro e pequenas empresas podem ser classificadas de acordo com o número de empregados e com o faturamento bruto anual.

Mostrados esses números não é difícil presumir que boa parte destes pequenos empresários não é acostumada a lidar com o manuseio e leitura de artigos e estudos referentes ao varejo, fato que ainda não foi percebido pelos escritores especialistas de plantão.

Não adianta escrever bonito e não ser entendido. O varejo é dinâmico e cada dia mais rápido e todos aqueles que trabalham com ele ou para ele precisam acompanhar tal evolução. Quanto mais direto for um texto e de linguagem simples, mais ele será absorvido pelos empresários.

E é justamente o que importa, entender para aplicar. Faça um teste agora mesmo, entre em qualquer site ou portal com geração de conteúdo e tente ler uma matéria ou artigo de algum SEO. Resumidamente o que o lojista precisa saber é que a consequência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. É isso que o empresário precisa saber e entender para investir. Palavras difíceis e termos em inglês não impressionam os varejistas, mas afasta.

Aos escritores e especialistas deixo essa dica: ninguém vai perder seu tempo para “tentar” entender uma mensagem. Quanto mais objetivo melhor. Pense que para chegar ao seu público alvo, neste caso os empresários espalhados pelo Brasil, você precisa antes de tudo entender que eles em sua grande maioria são pessoas simples, batalhadoras que enfrentam as dificuldades do dia a dia para manter-se no mercado.

É o cara que acorda cedo e vai abrir a loja e gerenciar tudo de perto. Que corre o dia todo pra deixar tudo em ordem e atender seus clientes. Esse cara até faz planos para mudar e entender melhor o que acontece, até deseja acompanhar as novidades. Mas quando se depara com informações de difícil entendimento ele já desiste antes mesmo de começar por achar que vai demandar mais esforço e investimentos do que realmente é necessário.

Varejo é feito pelo povo e para o povo.

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