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Tendências para o e-commerce

por Luiggi Senna Sexta-feira, 08 de dezembro de 2017   Tempo de leitura: 3 minutos

Online-to-offline

O online (ecommercee o offline (lojas físicas) vão se fundir. Cada vez mais o consumidor vai na loja para ver, tocar, mexer em um produto acaba comprando no site, onde o preço geralmente é mais barato e ele pode compará-lo mais facilmente. Isso já acontece muito na compra de eletrônicos. A tendência é que esse comportamento se espalhe por outros segmentos do varejo.

Espaços multi-uso e experiência

As lojas não vão acabar. Mas o principal objetivo de sua existência vai mudar drasticamente. Esses espaços serão utilizados para promover a experiência e experimentação de produtos ou serviços. Você vai poder tirar suas dúvidas, entender como funciona, consultar um especialista e etc.

Alguns tipos de negócios que funcionam em metros quadrados caros, basicamente servindo como estoque de produtos comuns estão com os dias contados. Observe por exemplo as redes de drogarias.

Mercados terão sua estrutura preparada para o cliente sentar e apreciar os produtos. Uma pizza com a farinha daquela marca, ou aquele queijo, acompanhado por uma taça de vinho de um certo produtor. Talvez isso até seja subsidiado para promover a experimentação.

Novos canais de propaganda

Provavelmente, tudo que você consumir nesses espaços de experimentação poderá ser comprado naquele mesmo momento através do seu celular. Então, naquele exemplo da pizza, você poderá através de um aplicativo que usa o conceito de IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas), comprar os ingredientes para fazer sua própria pizza em casa.

Perceba a oportunidade da propaganda eficiente que aquela marca de molho de tomate pode aproveitar. A propaganda que você vê na televisão, em alguma rede social ou até em mídias de rua, te permitirá comprar os produtos anunciados imediatamente e receber rapidamente. Bastará falar “Ok, Google, quero esse produto agora”. Em alguns minutos você vai poder experimentar.

Entrega imediata a custo baixo

A racionalização logística e as plataformas de entregas descentralizadas vão permitir entrega cada vez mais rápidas, onde o cliente estiver. Pequenos produtores, fabricantes e prestadores de serviços individuais terão acesso ao mercado de forma muito mais ampla e eficiente.

Consolidação de plataformas de compras

As grandes plataformas de compras vão se especializar e se consolidar, permitindo que pequenos produtores possam chegar ao mercado a um custo muito mais competitivo. Compare com o que ocorreu com o mercado de mídia, onde agora os digital influencers criam conteúdo a um custo baixíssimo e influenciam o público usando plataformas como Facebook, Instagram e Youtube.

Confiança e mecanismos de recomendação

Hoje já compramos cada vez mais de fornecedores locais, com produtos específicos que dificilmente poderiam ser produzidos em larga escala. Cada vez mais a recomendação e a “relevância” para o consumidor serão priorizados em relação à propaganda paga e tradicional. Isso deve aumentar a exigência por produtos de qualidade.

Automatização de compras recorrentes

A maior parte do tempo gasto em compras se trata de compras recorrentes. Pão, queijo, arroz, feijão, macarrão, aquele biscoitinho, o sorvete do final de semana etc. Somos repetitivos e previsíveis. Gastamos muito tempo tendo que ir em lojas diferentes porque não encontramos tudo no mesmo lugar.

Ou volta e meia vamos ao mercado e esquecemos de comprar algo. Isso não irá mais acontecer. Você receberá tudo em casa, sem ter que se preocupar. Isso criará também um novo canal para o lançamento de novos produtos. A partir das preferências dos clientes, as grandes marcas poderão enviar provas dos produtos que estão sendo lançados, entrando diretamente na casa deles.

Assistentes de compras

As apostas das grandes empresas é nos assistentes de compras. Muito investimento está sendo feito nos chatbots e na linguística computacional. Veja o Ok Google, Siri, Cortana. Além disso, acredita-se que os apps de mensagens serão as plataformas para compras e para todo o resto.

Veja WeChat da China, onde você pode falar com amigos, fazer compras, enviar dinheiro. Por que acha que o Whatsapp foi comprado por US$22bi pelo Facebook? Além disso, de acordo com os hábitos de consumo, localização e comportamento do cliente, vai poder ser oferecido o produto certo na hora certa. Um tipo de mordomo virtual.

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