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Por que os marketplaces estão mais atrativos para os pequenos lojistas?

por Francisco Sales D'Almeida Terça-feira, 08 de maio de 2018   Tempo de leitura: 5 minutos

Os Marketplaces tiveram um crescimento exponencial em todo o mundo nos últimos 8 anos. De acordo com o instituto Juniper Research, o crescimento será alavancado ainda mais por empresas da chamada economia compartilhada. A estimativa é passar dos US$ 18 bilhões registrados em 2017 para US$ 40 bilhões em 2022, com o surgimento de novos modelos de negócios dentro dessa indústria e o crescimento acelerado das transações no B2B.

Novos modelos de marketplaces estão surgindo, criando processos disruptivos em várias indústrias. Este mercado foi dominando até agora por nomes tradicionais, como os globais eBay, Amazon, Alibaba e o Mercado Livre, B2W (Americanas, Submarino e ShopTime), Magazine Luiza, Ponto Frio no Brasil. No entanto, assistimos à chegada de novas empresas como o Airbnb, Uber, Netshoes, Youse e iFood, estimulando processos disruptivos em várias indústrias.

Podemos dizer que estamos diante do surgimento de uma nova era dos marketplaces verticais. Este modelo está se tornando cada vez mais especializado e regionalizado. Alguns exemplos são a Staymarta, basicamente um Airbnb focado no público Evangélico nos EUA, a Go-Jek, um Uber voltado para a Indonésia, ou a nossa 99 Taxi, apenas para citar alguns nomes.

A indústria dos marketplaces, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), teve um crescimento de 13,6% na adesão de novos vendedores neste canal no primeiro semestre de 2017. Neste mesmo período houve um crescimento de 23,1% no número de ofertas publicadas.

A grande promessa oferecida pelos marketplaces é a sua forte capacidade de atração de clientes para as marcas, em especial às pequenas. E tudo isso com um investimento reduzido em marketing. É um grande benefício, principalmente para quem está começando a vender na internet. Sendo assim, dá para focar as suas ações de marketing em um público específico, enquanto o marketplace atrai a massa. O aumento no número de canais e lojas parceiras mexe com a concorrência, ou seja, melhora os preços para o consumidor.

Outra tendência observada é o que alguns já chamam de o grande apocalipse do varejo. O fechamento de grandes redes e o surgimento de shopping centers fantasmas (com poucas lojas abertas) é um fenômeno que ocorre em todo o mundo. Gigantes como a Macy’s, JC Penney, Sears, WalMart estão reduzindo lojas. Esta última, segundo publicado recentemente na imprensa, pode mesmo encerrar suas atividades no varejo físico brasileiro. Em direção oposta, as vendas no digital seguem crescendo, porém agora assistimos a um movimento inverso onde empresas nascidas puramente no mundo digital começam a criar uma rede de distribuição física.

Existe um grande potencial para a indústria dos marketplaces aproveitar essa convergência entre o online e offline e criar um maior engajamento com o consumidor — que muitas vezes prefere a comodidade de pesquisar e comprar no digital, mas quer a rapidez e a praticidade de poder retirar o seu produto em uma loja próxima de casa ou do seu trabalho. Outro público prefere comprar e receber tudo de forma digital, mas gostaria de escolher e experimentar o produto em um ponto físico.

Os maketplaces também estão investindo em tecnologia de ponta, como Inteligência Artificial, Machine learning, Big Data e Analytics. Tudo para oferecer mais segurança para lojistas e consumidores, bem como gerar ofertas relevantes para aumentar as vendas. Pelo custo elevado, esses recursos ainda não estão disponíveis aos pequenos lojistas. Entretanto, esses podem se beneficiar caso estejam associados a um marketplace.

Essas tendências para os marketplaces representam oportunidades para todos. É importante você considerar este canal na hora de planejar suas vendas no mundo digital. Sendo assim, considere o investimento em uma plataforma de e-commerce que conecte a operação da sua loja virtual com os principais marketplaces do país.

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