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Sete passos para quem deseja investir no e-commerce

por Vinicius Guimarães Terça-feira, 09 de janeiro de 2018   Tempo de leitura: 3 minutos

O desejo de empreender tem motivado muitos profissionais a investirem no e-commerce, ainda mais levando em consideração as quedas no comércio físico e o aumento da segurança nas transações online tanto para o lojista como para o cliente.

De acordo com a Ebit, o segmento, que está em franca ascensão no Brasil, movimentou apenas no primeiro semestre de 2017 R$ 21 bilhões, um aumento de 3,9% em comparação com o mesmo período de 2016. Números preliminares da instituição apresentam um crescimento em torno de 10% em 2017.

No entanto, apesar das altas cifras, todos devem ficar atentos à legislação, às peculiaridades operacionais e processuais. Abaixo estão os primeiros sete passos para quem quer investir em seu próprio negócio online:

1. Formalização da empresa

Independentemente do nicho de atuação, a efetivação do negócio oferece diversos benefícios, como acesso a crédito especial, juros menores e conta jurídica. Caso a empresa fature até R$ 81 mil reais por ano, valor em vigor desde o dia primeiro, uma opção viável é tornar-se um Microempreendedor Individual (MEI). Se o faturamento ultrapassar esse teto, o melhor é o SIMPLES Nacional.

Ainda nessa fase, escolha um nome e faça o registro na junta comercial, garantindo sua exclusividade. Inscreva também a documentação da empresa (e do empresário) na junta comercial local e na Receita Federal.

2. Legislação do e-commerce

As vendas online são regidas por uma legislação própria. Os principais pontos de atenção são: os dados da empresa (CNPJ, endereço e nome) devem estar no rodapé do site; é preciso discriminar despesas adicionais em cada compra, como frete e seguro; ofereça um canal de contato para o consumidor; assegure o direito de devolução em até sete dias após a compra; providencie a troca de produtos com defeito, seguindo o prazo de 30 dias para bens não duráveis e 90 dias para bens duráveis.

3. Estude o mercado

Ao iniciar o projeto, analise os concorrentes e compreenda as demandas do segmento em que pretende atuar. Identificar as práticas de mercado e desenvolver estratégias para seguir adiante permitirá um início com mais garantia de vitória.

4. Escolha a plataforma mais adequada

Para a loja virtual, é importante escolher a dedo a plataforma que será utilizada, pois uma pouco eficiente pode prejudicar as vendas, dificultando as compras e afastando clientes. Por outro lado, um sistema estruturado melhora o desempenho do e-commerce.

Nesse cenário, as plataformas pré-montadas são as mais vantajosas, pois foram desenvolvidas para atender todos que desejam iniciar no comércio virtual, oferecendo diversas opções de customização.

5. Formas de pagamento

Defina desde o início quais os meios de pagamentos mais viáveis e descubra os prós e contras de cada um, assim como os mais usados pelos consumidores. Os intermediadores de pagamento são ótimas alternativas para quem está começando, já que a solução assume riscos de fraudes e adianta os recebíveis. Já os gateways de pagamento oferecem mais estabilidade às conexões, mas exigem medidas adicionais de segurança por não contarem com um sistema antifraudes próprio.

6. Entrega dos produtos

A questão logística é fundamental. Os Correios oferecem serviços mais simples e práticos para o empreendedor de primeira viagem, ainda que haja limitações referentes a peso e dimensões dos itens adquiridos. As transportadoras disponibilizam uma entrega mais estável, sem limites para peso e tamanho. São indicadas para quem já possui um e-commerce de maior proporção.

7. Use a tecnologia em prol das integrações

No e-commerce, as informações podem ter origens e destinos diversos. Por isso, é necessário avaliar antes quais serão as tecnologias usadas para integrar os dados referentes aos clientes, às compras, às entregas, ao estoque e assim por diante.

O uso de uma ferramenta de Enterprise Resource Planning (ERP), por exemplo, permite a automação de alguns processos, que vão desde o recebimento do pedido até a emissão de nota fiscal e o acompanhamento da entrega do produto. Realizar essas atividades manualmente representa um grave risco operacional.

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