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Qual o melhor segmento para o e-commerce?

por Thiago Sarraf Terça-feira, 20 de agosto de 2019   Tempo de leitura: 5 minutos

Uma dúvida muito comum para quem pensa em trabalhar com o e-commerce, é qual segmento atuar. Afinal, ninguém quer entrar em um barco que está afundando. A grande sacada aqui, no entanto, é que não existe o supra sumo dos ramos do e-commerce que vai dar 100% certo, não importa o que.

Existe, sim, segmentos mais desgastados do que outros. Porém, montando um plano bem estruturado é possível se destacar em um meio “saturado”. Contudo, alguns segmentos estão tomando a frente e tendem mais destaques do que outros.

Seja pela inserção da tecnologia ou algum recurso que permitiu a melhor comercialização daquele nicho/ produto.

Segmentos promissores

O e-commerce ainda é um mercado que cresce muito todos os anos e acredito que ainda vá continuar a crescer 2 dígitos por mais uma década.

Os avanços tecnológicos também fazem parte do crescimento do e-commerce. Afinal, é graças a alguns recursos desenvolvidos que determinados ramos do e-commerce puderam se sobressair em relação aos demais.

É preciso ficar antenado às novidades e tendências que estão moldando nosso mercado hoje. Assim, podemos seguir a onda do crescimento do e-commerce e apostar as fichas em segmentos corretos.

Alimentos e bebidas

A inovação do delivery fez com que esse setor crescesse bastante. Além de se um bem de consumo natural — ou seja, todos precisam comer —, o segmento de alimentos e bebidas apresenta grande potencial de customização na hora de oferecer os produtos para os consumidores.

A relação compra-venda nada mais é do que você oferecer o produto certo, na hora certa, para o consumidor certo. Ou seja, não ofereça um produto vegano para o consumidor que ama carne — e vice-versa.

– Marmitas fitness

Ainda dentro do universo de alimentos, as marmitas fitness também ganharam espaço no comércio eletrônico. Com a chegada da onda de estilo de vida saudável, elas viraram uma mão na roda para as pessoas de vida corrida, mas que querem comer de forma saudável.

Geolocalização

Muito útil na hora de atrair os indecisos ou quem não conhece muito bem a área, o recurso da geolocalização é uma “novidade” da tecnologia que beneficia os comércios.

Com o consumidor constantemente conectado à internet, é simples saber onde ele está e indicar sua loja que está nas proximidades — ou enviar promoções relâmpagos para incentivar a compra.

Esporte e lazer

No estilo de vida saudável, esporte ganhou espaço. Tanto quando falamos da prática de exercícios físicos, como no quesito de acessórios para a prática.

Casa e decoração

Apesar da existência de inúmeras lojas e marketplaces que abordam o universo da casa e decoração, ainda é um nicho que cresce muito. Especialmente quando falamos de design de peças e estilos, existem milhares a serem abordados.

– Autosserviço

Os famosos DIY (Do It Yourself), ou “Faça você mesmo”, ganham força no que se diz à compra de materiais e realização de serviços. Papéis de parede, por exemplo, voltaram à moda lá em 2017 e ainda resistem ao mercado mesmo hoje. Serviços de gráfica também facilitaram a vida do consumidor, uma vez que já não é mais necessário que ele se locomova para usufruir dos serviços.

Moda / Cosméticos / Acessórios

Agora não apenas visando o público feminino, o segmento de moda e cosméticos também se direciona para os homens. Assim como as barbearias estão voltando a surgir por todos os cantos, as lojas voltadas para o cuidado e moda masculina também crescem.

Vale a pena investir?

Citei diversos segmentos aqui que são tendências para se investir em e-commerces nos próximos anos. Porém, o objetivo do artigo não é dizer para você: “vai lá e investe em um e-commerce de vitaminas que vai dar certo”. Mas sim, mostrar que a internet é um ambiente tão amplo que é possível trabalhar no micro.

Como assim?

Por ser um ambiente aberto às inúmeras possibilidades e contendo diversos tipos de internautas, a internet criou grupos de pessoas unidos pelos mesmos gostos — que são muito segmentados.

Hoje, você pode investir em uma loja que só venda produtos vintage com estampa de gatos. Se encontrar seu público e tiver paixão pelo negócio que está tocando, ele vai dar certo.

Como disse no começo do texto, existem sim mercados que já estão “saturados”. Mas, não quer dizer que trabalhar com esse segmento “saturado” signifique um tiro no pé.

É uma questão de paixão e planejamento. O e-commerce é um grande investimento que dá trabalho, mas pode render muito. Porém, é preciso gostar do que faz para colocar dedicação. Do contrário, é melhor nem se aventurar.

“Que problema eu quero resolver?” Se você tiver a resposta dessa pergunta e estiver disposto a seguir em frente, não existem ramos impossíveis para o comércio eletrônico.

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