Os principais erros de um gestor de tráfego para o e-commerce

por Guilherme Lippert Terça-feira, 03 de agosto de 2021   Tempo de leitura: 5 minutos

O desafio de um profissional que atua como gestor de tráfego é atrair o consumidor, dentre algumas plataformas, para o seu e-commerce. Ele precisa entender os objetivos da loja online e conhecer o público para atrair clientes comprando mídias, ou seja, pagando para aparecer. Esse profissional precisa dominar conhecimentos sobre marketing digital, tráfego pago e métricas. Porém, é comum analisar alguns erros básicos que acabam impactando nos resultados das campanhas.

Muitos profissionais, em geral quando possuem anos de experiência, quando vão iniciar o atendimento de uma nova empresa, querem desativar campanhas que já estavam rodando e assumir para si a estratégia e desenvolvimento do novo trabalho. Isso é um equívoco, pois você deve sempre considerar o histórico das campanhas, porque o tráfego se torna mais rico e eficiente quando você tem acesso a dados para conduzir seu trabalho a partir de métricas já existentes.

Não cometa esses erros se você for um gestor de tráfego

Outro ponto importante, principalmente para o gestor de tráfego iniciante, é não utilizar públicos já adquiridos. Ou seja, imagine uma loja de pequeno porte que acaba de se tornar seu cliente: ela tem cerca de 20 mil seguidores no Instagram, o que não é tão relevante,  mas foi construído de forma orgânica nos últimos cinco anos, mas você decide não utilizar essa audiência, ou mesmo uma base de quatro mil clientes cadastrados no site – essa base poderia ser utilizada como público semelhante para novos consumidores ou mesmo para realizar um remarketing.

E ainda na linha de dados, outro erro bastante comum é não realizar o trackeamento das campanhas. Isso é importante pois para conquistar qualquer resultados através de campanhas, você precisa mapear, rastrear e acompanhar esse objetivo. Se você fez uma campanha de compras, precisa naturalmente analisar como, por quê e quantas compras foram feitas naquele período. E para realizar o trackeamento, não se esqueça de utilizar o pixel corretamente instalado, e cogite a possibilidade de usar UTM.

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Outro ponto é o famoso “defensor de ferramentas específicas”. Eu mesmo já realizei esse equívoco, pois, por gostar muito mais de Facebook, por exemplo, não costumava realizar campanhas de Google Ads. Instintivamente, iniciava minhas campanhas pelo Facebook e não utilizava outras opções, e que muitas vezes poderiam prosperar até mais. Aprendi que você não deve ser um advogado de ferramentas.

Por fim, mas não menos importante, um dos erros mais repetitivos, independentemente do tempo de atuação na área, é ser extremista: realizar poucos ou muitos anúncios. Pois, quem embarca em um dos lados, provavelmente, está errando na variedade de testes. E não existe um número mágico, mas existem algumas recomendações.

Isso ainda depende da sua verba, pois se você tem R$ 3 mil por mês, você só conseguirá testar três campanhas com um público bem enxuto. Agora se há disponível cerca de R$ 400 mil, possivelmente conseguirá rodar 50 campanhas e cem anúncios ao mesmo tempo. O importante é ter o mindset de que precisa haver um equilíbrio entre verba, campanha e público.

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