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Em terras de ciberataques, pequenas e médias empresas devem ser gigantes

por Leonardo Barros Quarta-feira, 09 de Maio de 2018   Tempo de leitura: 5 minutos

O crime cibernético como serviço está mais sofisticado com o número crescente de ataques a empresas de todos os portes, inclusive no Brasil. As organizações se movimentam de várias formas ao realizarem maciços investimos na ampla variedade de ferramentas e serviços existentes para combater ataques virtuais.

Dados da consultoria global Protiviti, especializada em Gestão de Riscos e Compliance, cenarizam este movimento ao apontar que 41% dos executivos brasileiros se engajam atualmente para levarem melhores práticas de cibersegurança em seus departamentos de TI. Quando se trata de gestão de vulnerabilidades, a mesma pesquisa denota que 47% dos líderes nacionais tem envolvimento médio quanto à ciência e tratamento das mesmas, enquanto que os executivos americanos têm 37% de engajamento neste tema. O entendimento sumário desta pesquisa é que há um número alarmante de empresas que não conseguem identificar ou localizar com confiança seus ativos de informação mais valiosos.

Isso é preocupante. Se de um lado há uma séria preocupação com os ataques, por outro lado é preciso também estar atento sobre a forma como o ambiente de TI é monitorado e sustentado. E quando falamos em pequenas e médias empresas a preocupação é ainda maior, pois enquanto as grandes companhias nativamente se blindam, as PMEs protegem as suas infraestruturas tecnológicas com alguns cliques em softwares gratuitos, baixados até mesmo em lojas de aplicativos.

Muitas destas operações se limitam a comprar apenas software de varredura de primeiro grau por acreditarem que é caro e desnecessário proteger toda a sua infraestrutura de TI. Fato é que a realidade da TI na maioria das pequenas e médias empresas é marcada pelo pouquíssimo conhecimento e investimento na ampla variedade de ferramentas e serviços existentes para evitarem ataques virtuais, como kits de exploração, malware personalizado e aluguel de botnets.

Frente às novas ameaças, a dica para empresa de pequeno porte é apostar na contratação de uma equipe terceirizada para monitorar remotamente o ambiente de tecnologia da empresa. Do inglês, Network Operations Center (NOC), o serviço realiza o acompanhamento de todo a operação de TI por meio de softwares específicos e com uma equipe especializada que monitora os alertas gerados nos sistemas e nos ativos de TI, tais como computadores, roteadores, dentre outros.

O modelo terceirizado é a melhor opção às PMEs porque é substancialmente mais barato do que a implantação de um NOC interno e, ao mesmo tempo, mais produtivo pelo fato de eliminar a dependência de profissionais internos que assumem esse posto dentro da operação. Tudo porque a terceirização traz mais disponibilidade à equipe caseira de TI que passa a cuidar dos assuntos estratégicos do negócio.

Trazendo para o universo atacadista distribuidor, no qual a disponibilidade dos sistemas é essencial para o negócio, ter um NOC terceirizado significa maior agilidade nas performances de vendedores externos, que necessitam de informações e de suporte sistêmico online.

Portanto, a hora é de usar os recursos internos para inovação e manutenção em nome da segurança e produtividade do seu negócio.

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