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Parcelamento via Pix: seu e-commerce precisa surfar nessa onda

por Eduardo Zucareli Quinta-feira, 27 de janeiro de 2022   Tempo de leitura: 4 minutos

A pandemia acelerou diversas inovações tecnológicas, algumas delas são as formas de pagamento online. Como as pessoas estão passando mais tempo em casa, naturalmente as compras online cresceram, e consequentemente os pagamentos online estão sendo cada vez mais utilizados.

Mesmo com a volta do comércio físico na metade para o final de 2021, o consumidor brasileiro (e também o mundial) continuou acelerando o comportamento de comprar online. Dessa forma, os pagamentos online também ganharam bastante relevância, e seguem como uma demanda cada vez maior por parte dos usuários.

Pesquisas apontam que um grande responsável por essa dinâmica foi o surgimento do Pix. Estatísticas do Banco Central de julho de 2021 já apontavam que o Pix havia superado a quantidade de transações de TED, DOC e boleto somadas. E em pouco tempo o número de transações diárias de Pix deverá passar o de cartões de crédito.

Os brasileiros se adaptam bem rápido!

Se na metade de 2021 o Pix já era o segundo meio de pagamento mais utilizado por brasileiros, imagina agora. A tendência é só crescer.

Pix no varejo físico e online

Ainda de acordo com os números do Banco Central, mesmo com o crescimento do uso do Pix, ele ainda é tímido no varejo. Apenas 13% das transações dessa modalidade se configuram como pagamentos de pessoas para empresas.

Mas onde vocês acham que está o impedimento?

Ao contrário do que alguns podem pensar, o motivo para os usuários ainda não utilizarem massivamente o Pix no varejo, principalmente online, não está na preferência, e sim na falta de adoção por parte dos varejistas. Quer ver?

Segundo uma pesquisa da Fiserv, o pagamento via Pix é campeão de confiança. De acordo com os números:

  • 66% consideram o Pix mais seguro;
  • 57% confiam mais no dinheiro em espécie;
  • 56% acreditam que o cartão com chip na maquininha é seguro.

Ou seja, os brasileiros usam mais uma opção de pagamento que eles não confiam tanto assim. Isso acontece porque é uma opção que eles têm, ao contrário do Pix, que ainda não é oferecido como opção de maneira mais prática para o público.

É importante se diferenciar

Todo varejista sabe que estar de acordo com as preferências do cliente é essencial para manter seu negócio ativo, operante e competitivo. E quando falamos de formas de pagamento, principalmente online, sabemos que estamos falando de algo que o usuário está levando bastante em consideração na hora de fazer uma compra.

Por isso, é importante fazer diferente e fazer do jeito que vai, efetivamente, solucionar uma dor do usuário.

Uma grande característica do público brasileiro é o de comprar parcelado. Por isso, até o cartão de crédito é um dos campeões de uso quando o assunto é compras online.

Juntando essa informação com a tendência do mercado de crescimento das transações em Pix, o efeito é o fortalecimento de produtos financeiros que oferecem o parcelamento via Pix.

Vale reforçar aqui o que citei acima: os usuários querem utilizar cada vez mais o Pix, então nada mais lógico do que oferecer essa opção de pagamento. De acordo com um estudo da consultoria GMattos, a grande vantagem do Pix para varejistas online é a alta na taxa de conversão (acima de 90%).

Sendo assim, deixo aqui a dica e o questionamento: seu e-commerce já está surfando na onda do Pix parcelado?

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