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A mídia mais adequada ao seu e-commerce em início de projeto

por Gabriel Bontempo Segunda-feira, 05 de março de 2018   Tempo de leitura: 4 minutos

Imagine você juntar suas economias, investir em produtos de qualidade, definir um preço competitivo e abrir uma loja no Brás, bairro de São Paulo com mais de 5.000 lojas na região e um fluxo diário de mais de 300.000 pessoas. Como se destacar na imensidão de lojas e fatiar uma parte do faturamento de 13bi que a região faz girar todo ano?

A resposta é simples: investir em mídia na região. Mas mesmo assim, para chamar a atenção do consumidor é preciso trabalhar com uma divulgação em grande volume (entende: investir um caminhão de dinheiro) e ser bem assertivo na linguagem trabalhada. O público do Brás é composto, em sua maioria, por lojistas que estão à procura de produtos bons e baratos de vestuário para revenderem em suas lojas. Opa, já temos um norte para definir nossa comunicação!

Voltamos ao e-commerce, nosso verdadeiro foco de estudo. Segundo dados da PayPal, em 2015 eram 450 mil sites brasileiros dedicados comércio eletrônico. A internet no nosso país foi o meio de venda para, em média, 142mil pessoas por dia, fora as pessoas que navegam “só para dar uma olhadinha”. É muito mais volume de acessos do que o Brás, muito mais concorrentes que qualquer região do país e, sem sombra de dúvidas, um ambiente muito desafiador!

E-commerce no ar, checkout rodando, pedidos integrados, chegou a hora do desafio: aumentar o volume de acessos e potencializar a venda. Qual forma escolher? Qual mídia utilizar? Onde concentrar esforços e investimentos? O movimento natural que todo varejista pensa é que é mais fácil e rápido investir em mídia para trazer fluxo. Injetar dinheiro em Google e Facebook traz mais fluxo, mais gente, público qualificado por interesse e, consequentemente, mais vendas. E é aí que a maioria das empresas se perde…

No “mundo físico”, se você tem 2 vendedores e, da noite para o dia começa a ter um fluxo de clientes 3 vezes maior, em um momento seus vendedores não vão dar conta da demanda. Se você, lojista, costuma ter 3 unidades de cada referência e, de repente começa a vender o dobro do volume atual, seu estoque terá uma ruptura muito em breve.

Portanto, antes de definir a estratégia de mídia e fazer o “booom” em sua loja, tome muito cuidado com a experiência que você quer proporcionar ao seu cliente. Já analise seus números e tenha insights de possíveis crescimentos exponenciais em visitas, taxa de rejeição, entre outros KPI’s e já tenha um plano para manter esses níveis elevados.

Saiba que, consequentemente, aumento nas sessões causam aumento no bounce rate e queda na taxa de conversão. Aumento nos pedidos geralmente causa queda no ticket médio e várias outras relações se fazem relevantes e dignas de análise.

Já investir em mídias de performance vai trazer uma qualificação sem comparação ao seu público. O bounce rate vai ficar quase no chão, o ticket médio é gigante e várias outras taxas lindas são vistas. Mas o volume ainda é baixo, pequeno e quase desanimador.

No começo do seu negócio, é preciso pensar no volume de transações, mesmo que isso exija um sacrifício de margem e rentabilidade. Aos poucos, vá tentando manter o volume de faturamento e melhorar a qualidade do seu negócio. Foque nas variáveis e tente aumentar a rentabilidade do negócio.

Mas, sempre, eu disse sempre, desde o primeiro pedido até o primeiro milhão, foque na experiência do cliente no seu site. Pense com cuidado nos pontos de contato, nos locais onde serão apresentadas as informações, os descontos, os benefícios. Mantenha o relacionamento ativo, a experiência única e torne esse cliente um verdadeiro ‘brandlover’ da sua empresa.

Afinal, um cliente que venha a ter um primeiro contato na sua loja precisa ter a melhor experiência que existe. Manter um cliente exige investimento. Conquistar um novo cliente é mais caro ainda. Mas, reconquistar um cliente que teve uma má impressão da sua marca/loja, ah… Aí é um nível surreal de esforço e um caminhão de dinheiro necessário. Seja no e-commerce ou no Brás.

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