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Machine Learning no E-commerce: um caminho sem volta

por Leandro Ratz Quinta-feira, 15 de agosto de 2019   Tempo de leitura: 2 minutos

Mais que uma expressão interessante, Machine Learning pode ser considerado o grande diferencial para seus anúncios no e-commerce. É provável que passe a ser aplicado nos canais de marketplace, seja nas plataformas próprias ou até mesmo nos hubs de integração do mercado.

Machine Learning é uma área da ciência da computação que significa ¨aprendizado da máquina¨. Faz parte do conceito de inteligência artificial, que estuda meios para que máquinas possam fazer tarefas que seriam executadas por pessoas.

Para ilustrar o que seria o Machine Learning no e-commerce, pense em 1 milhão de estagiários esperando o treinamento para começar a aplicar tarefas onde o objetivo é criar anúncios, testar a relevância desses anúncios, aplicar correções e aumentar o ranqueamento desses anúncios. De uma forma contínua e recorrente, trabalhando literalmente 24/7 (horas/semana).

Estamos falando de futuro, mas um futuro bem próximo. Atualmente, plataformas de investimentos em mídias online já estão aplicando soluções de Machine Learning para anúncios pagos, como, por exemplo: Google Adwords.

Machine Learning nas plataformas de e-commerce

As plataformas de e-commerce podem trabalhar com soluções semelhantes oferecendo inteligência, criatividade e tecnologia para lojistas conectarem seus produtos a aplicações de SEO. Isso faz com que os “estagiários” que trabalham 24/7 sejam treinados para identificar as melhores informações. O objetivo é posicionar cada vez mais e melhor os anúncios da plataforma nos motores de buscas da internet.

Já os canais de marketplace tem uma plataforma muito rica em informações. Além de trabalharem inteligência e aplicações em SEO, podem fazer muito mais do que isso, desde aplicar tecnologia e criatividade nas vitrines dos Sellers que vendem em seus canais até de Buybox. E podem oferecer uma catalogação otimizada, onde o lojista informa poucos campos no marketplace, e pode preencher os demais campos e adaptá-los ao seu modelo de catálogo.

A Amazon oferece um modelo muito simples de catalogação onde o lojista informa apenas o código EAN (código de barras) do seu produto e o marketplace já oferece um anúncio completo com descrição, características e sugestão de preços.

Além de completar cadastros, é trabalhar de forma inteligente com esses dados. Ou seja, completar o anúncio com informações que realmente importam para o cliente e para os motores de busca.

Passaremos a pôr energia na criatividade dos anúncios, para deixar que as aplicações inteligentes de Machine Learning trabalhem o ranqueamento e posicionamento da vitrine.

Onde entram então, os Hubs de integração?

Atualmente, um desafio muito grande dos Hubs é o mapeamento das categorias dos marketplaces. Sabemos que cada canal de vendas tem sua árvore de categorias, atributos e características obrigatórias.

Não existe um padrão para isso, obviamente, já que cada canal encontrou sua melhor forma de catalogar os produtos em seu site. Então, imagine um Hub de integração que conecta sua loja em mais de 30 canais de vendas. E que possa cruzar informações e oferecer uma aplicação não só inteligente e eficiente, mas que atenda todos os canais sem precisar se ‘adaptar’ para cada um deles, de forma individual. E já oferecendo essa ‘adaptação’ internamente.

Parece algo surreal, mas é o caminho a ser trilhado daqui para frente, com o crescimento desse mercado e necessidade de estruturação dos negócios. Será possível cruzar informações, absorver as estruturas de catálogo dos marketplaces e integrar esses dados de forma simples e prática.

Lembra dos “estagiários”? Pois é, eles serão os responsáveis por absorver essas inteligências com as quais nós, “líderes”, vamos ensiná-los a trabalhar. A aplicação dessas inteligências será recorrente, podendo ser melhorada infinitamente.

Conforme o machine learning continue se desenvolvendo, a tendência é que, cada vez mais, trabalharemos com menos força braçal, menos terceirização de operações com agências e ganharemos autonomia e performance de vendas. Assim, teremos alguns milhões de “estagiários” trabalhando incessantemente pelo nosso negócio.

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