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Imagens também são fontes de vendas no e-commerce

por Talita Macário Quarta-feira, 05 de outubro de 2011

Quando o consumidor decide comprar algum objeto, mesmo que por impulso, ele busca por características que comprovem a qualidade, a beleza e a funcionalidade desse produto. Aos que optam pelas compras virtuais resta o apoio visual como o principal recurso para livrar o comprador das dúvidas. As imagens conseguem ocupar o lugar do sentido mais usado no processo de compra, o tato.

A preferência de tocar o produto é uma característica do povo brasileiro, mas dá para substituí-la muito bem, com várias fotos e ângulos de um mesmo item na página de detalhes e na vitrine da loja virtual.

Boas imagens são tão importantes para o e-commerce quanto são as peças físicas nos pontos de vendas. Uma boa comparação é feita por Marcelo F. Silva, que é gerente de marketing. “Imagine uma loja física, cheia de prateleiras vazias ou pior: com embalagens estragadas, rasgadas, sujas… São duas situações que se assemelham à falta de imagens ou à baixa qualidade delas em uma loja virtual.”

Foi-se o tempo em que os empresários subestimavam o poder das imagens no e-commerce. Já está mais claro para quem atua no setor que sem elas, não há vendas e a conversão desce ao seu pior nível. Mas ainda existe no mercado o medo de investir pesado na produção das fotografias. Toda loja virtual precisa de profissionais especializados para tirar fotos profissionais, de forma que fique claro ao cliente como é o produto que irá receber em casa.

O que são as imagens e como cadastrá-las?

Quando se trata de imagens para o comércio eletrônico, a ideia é bem ampla e contempla também os banners das lojas. Qualquer um desses arquivos – é mais indicado que estejam no formato de JPEG ou PNG – deve ser tratado em programas de edição como Photoshop, Corel Draw, Fireworks, entre outros, para ter o melhor visual e a formatação adequada para a internet. Cadastrar imagens ‘gigantes’, na esperança de oferecer uma qualidade superior, ainda é um erro constante dos gestores de lojas virtuais.

Toda e qualquer imagem para a web é exibida pelos monitores com a resolução de apenas 72 dpi (termo que significa pixel por polegada). Por isso, cadastrar um arquivo com o tamanho acima do indicado só irá aumentar o tráfego (quantidade e volume de dados por página / pageview) consumido e diminuir o desempenho da loja. Por desempenho, lê-se velocidade de carregamento. Apenas alguns segundos a mais podem resultar na perda efetiva do cliente e a conversão também é impactada.

“Imagine uma loja com 20 produtos na vitrine, todos eles com fotos enormes que custam a carregar. O cliente não quer e nem vai esperar essas imagens carregarem. Ele simplesmente sai da loja e provavelmente não volta mais, pela experiência ruim que teve”, atesta Silva. O empresário de e-commerce ainda pode optar por vídeos, para expor funcionalidades que a foto não consegue captar, mas vale ressaltar: a imagem também deve estar presente. A segurança material do consumidor em comprar um produto pela internet depende dela.

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