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Gateway de pagamentos para que te quero

por Flávio Rodrigues Maciel Segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O mercado de sistemas de pagamento no Brasil está agitado e crescendo vigorosamente, sustentando assim o crescimento do e-commerce nacional.

Atualmente, já são várias as empresas de pagamentos online atuando no Brasil, cada vez mais populares entre os profissionais do meio.

Com tanta diversidade, tornou-se maior a dificuldade em compreender qual solução é a mais adequada ao seu negócio. Resultado: empresários insatisfeitos, que não conseguem tirar proveito do e-commerce, pois não contrataram um sistema de pagamentos adequado ao seu negócio.

O sistema de pagamentos que deveria ser invisível para o empresário vira então a principal causa das suas dores de cabeça: “Por que meus clientes desistem da compra? Por que tantas vendas negadas? Estas comissões por venda estão muito altas! Este pedido está pago? O valor já entrou na nossa conta?…”. E assim vai.

Gateways e Intermediários

Para começar, é vital esclarecer esta confusão comum: existem Gateways de Pagamentos e Intermediários de Pagamentos, e as diferenças entre os mesmos são enormes.

Tecnicamente, a explicação é simples:

  • Com intermediário, quem recebe o pagamento é o intermediário. Seu serviço é financeiro, assim como um banco. Sua remuneração considera o valor transacionado e os riscos financeiros envolvidos.
  • Com gateway, quem recebe o pagamento é a loja virtual (assim como no mundo offline!) Seu serviço é tecnológico e geralmente remunerado em função do número de operações realizadas.

Então para que um gateway de pagamentos?

Leia o caso abaixo:

“Meu nome é Pedro, dono da loja virtual Pedrinho Informática, ainda iniciante no e-commerce. Estou satisfeito com minha loja virtual que não é minha atividade principal, mas me fornece uma renda extra. Utilizo um intermediário de pagamentos e para mim não é problema:

  • que os pagamentos da minha loja não sejam confirmados na hora
  • que o meu cliente precise realizar um cadastro no site do intermediário
  • que o nome do intermediário apareça na fatura do cliente ao invés do meu
  • que vendas sejam negadas e perdidas sem que eu tenha controle
  • que minhas margens sejam divididas com o intermediário
  • quem não obter atendimento rápido quando eu preciso”

Este é um personagem fictício, mas poderia ser real. Você se identifica com ele? Se positivo, o intermediário de pagamentos é o mais adequado para você. Caso contrário, é recomendável você optar entre contratar um gateway de pagamentos ou realizar integração direta com cada operadora e banco.

Vantagens de um gateway de pagamentos

O gateway é a alternativa que liberta a loja virtual dos prazos e custos para desenvolver e manter um sistema de pagamentos próprio, e que fornece serviços e recursos que ajudam a loja a efetivamente vender mais.

Entenda melhor como o gateway de pagamentos pode ajudar estabelecimentos a lucrarem mais:

Mais conversões e fidelidade: Maximizar a conversão de vendas passa por um processo de pagamento simples e eficiente, com o menor número de cliques e, quando possível, com recursos como Compra com 1 Clique, que gateways de ponta oferecem.

Meios de pagamento: As bandeiras, as operadoras e as modalidades de pagamento hoje são cada vez mais diversas, e todo empresário sabe que maximizar as vendas passa por fornecer o máximo de opções de pagamento possível.

Custo: Economia de escala e preço baixo são palavras de ordem no e-commerce. Como o custo da venda é decisivo na composição do preço final, os custos por transação devem permanecer marginais, característica de um gateway.

Fraudes: Controle das fraudes é um tema que apavora os empresários, mas o seu controle não pode ocorrer ao custo de vendas e satisfação do cliente. Um gateway lhe ajuda a encontrar o equilíbrio ideal.

Novas tendências: Manter o seu negócio antenado com as últimas tendências do e-commerce, como Mobile Commerce e Social Commerce, e novos modelos de negócio como as Compras Coletivas, também são aspectos vitais com os quais gateways costumam ajudar o empresário.

Tipos de gateways

Há de se considerar também que, mesmo entre os gateways de pagamento do mercado, as diferenças são muito grandes.

Existem gateways voltados para grandes operações de e-commerce, com produtos desenhados para grandes empresas e extremamente complicados para as necessidades do empresário médio, que naturalmente recebe um atendimento de menor qualidade por não se encaixar no perfil de cliente.

Há também gateways muito pobres em recursos e em atendimento, quando oferecem atendimento. Em geral são os de menor custo, que terminam por oferecer um serviço de baixa qualidade e que pouco ajudam o empresário com o seu negócio. Neste caso, normalmente ele gastará mais tempo e dinheiro para desenvolver um sistema adequado e terá mais dificuldades para crescer.

E há serviços de gateway de pagamentos especialmente desenhado para as necessidades do pequeno e médio empresário de e-commerce, pois estes empresários não têm tempo a perder e precisam de parceiros que os ajudem a crescer no ritmo já acelerado do e-commerce nacional.

Conselho

Antes de contratar um sistema de pagamentos, informe-se através de sites e blogs especializados e, principalmente, busque referências de quem já utiliza os serviços da empresa que você pretende contratar, o que costuma ser bastante revelador. O seu sistema de pagamentos deve ajudá-lo. Mas, antes de tudo, não pode atrapalhá-lo.

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29 comentários

Comentários

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  1. Vale ressaltar que com um Intermediário de Pagamento tipo Pagamento Digital (BuscaPé), PagSeguro (UOL), Moip (Ig)etc…a empresa vendedora (loja virtual) tem inúmeras vantagens no que se refere a segurança das operações transacionadas pois estes intermediários se valem de tecnologias anti-fraude que um gateway não oferece. Na minha humilde opinião o gateway acelera alguns pontos mas “abre” inúmeras “brechas” em outros podendo levar sua loja virtual a um fracasso devido ao grande número de fraudes.

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    1. Concordo com o Makoto se estes sistemas intermediários não fossem bons e não estivessem sendo amplamente utilizados pelos compradores, gigantes das compras coletivas como Groupon (usa paypal) e Peixe Urbano (usa Pag Seguro/Mercado Pago) não as teriam adotado como forma de pagamento em conjunto com o sistema Gateway.

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      1. Julio Cesar, você está correto.
        Este artigo não se propõe a difamar intermediários, mas sim em esclarecer as situações em que um gateway de pagamentos se torna vantajoso.
        Intermediários não são amplamente utilizados por acaso. E no caso específico de sites de compras coletivas, por diversas razões o uso de intermediário costuma ser mais vantajoso.
        Abs

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    2. Pessoal, é tudo uma questão de foco. Os intermediadores oferecem serviços financeiros enquanto os gateway vendem servicos de tecnologia.
      Com um intermediador, vc nao precisara se cadastrar em um adquirente e alem disso possuem chargeback (devolução em caso de fraude). Por este servico financeiro, você paga um % sobre a sua movimentacao financeira. Funciona como um seguro.
      Com empresas de gateway, voce compra a tecnologia para falar com adquirentes (cielo, redecard), e intermediadores e bancos. É mito dizer que nao possuem tecnologia de antifraude. Os gateways mais sérios do mercado, também vendem esta tecnologia como serviço incluindo a customizacao, afinal cada ecomm tem um perfil diferente de cliente. A cobrança deste tipo de serviço é por transação indiferente do valor. My 5 cents 🙂 abcs Andrey Coelho

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  2. Concordo com Makoto acredito o uso de Gateway de pagamentos para o pequeno e médio vendedor pode ser um baita “tiro-no-pé”. Sem este “suporte” anti-fraude é muito mas muito arriscado mesmo sair vendendo pela internet. Recomendo o uso de um intermediador como Pagamento Digital(BuscaPé) que eu uso e estou muito satisfeito :), tentei antes usar um Gateway de pagamentos mas tive um alto número de chargeback com cartões clonados e roubados.

    Responder
    1. Douglas, os comentários seu e do Makoto são bastante pertinentes pois esta talvez seja a maior barreira para que o empresário que está crescendo no e-commerce troque um intermediário por um gateway. No entanto, ela ocorre por pura falta de informação.

      Para muitos segmentos, é loucura ingressar no e-commerce sem um sistema anti-fraude.

      Por outro lado, se um sistema lhe diz que você não terá fraudes, sem dúvida isto acontecerá pelo preço de vendas legítimas que serão negadas. E esta é a principal reclamação que escuto de quem utiliza um intermediário.

      Mal necessário? Não é bem assim.

      Gateways de pagamento como iPAGARE fornecem ferramentas anti-fraude já integradas como a ClearSale, líder neste segmento. Com o auxílio de uma ferramenta como esta, o estabelecimento consegue atingir o equilíbrio entre a prevenção de fraudes e a aprovação de vendas para assim maximizar as receitas do seu negócio. Isto se chama Gestão de Risco.

      Como uma ferramenta destas, o estabelecimento consegue optar tanto por utilizá-la para subsidiar suas decisões como delegar a análise e a decisão para a própria ClearSale, que pode inclusive garantir a venda.

      Assim como a ClearSale existem outras. O ponto é: é sim possível vender mais no e-commerce, e não precisa ser nenhuma grande empresa ter acesso as tecnologias que o ajudarão nesta tarefa.

      Abraços

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  3. Primeiramente,

    ferramentas Anti-Fraude como o Fcontrol e a ClearSale não são caras, paga-se entre 0,30 e 1,20 centavos por uma análise, essa variação vai de acordo com a “profundidade” da consulta que você opta por fazer para cada cliente, na média você acaba gastando uns R$ 0,60 por transação.

    Já trabalhei com Gateway de pagamentos e também com Intermediários. Na minha opinião, para o pequeno empresário, utilizar um Gateway é bastante complicado, você precisa ter alguém para fazer a análise de risco, tem que fazer o contrato individual com todas as operadoras de cartão de crédito e resolver os problemas que acontecem separadamente com cada uma delas, muitas vezes vai precisar de um desenvolvedor para dar o suporte e a pior parte, precisa ter um grande fôlego financeiro para suportar vendas parceladas. Fica a dica.

    Responder
  4. Perfeito, Davi.

    Grato pela contribuição. De fato, os contratos com as operadoras ainda é uma das barreiras para o pequeno empresário, mas somente por exigir um esforço extra que o empresário sozinho às vezes não tem.

    Mas é comum este pequeno empresário começar com intermediário e migrar para um gateway de pagamentos quando avaliar que sua operação já está madura para isso e dispõe de um tempo adicional para providenciar os contratos.

    Quanto às ferramentas anti-fraude, o ideal para o pequeno é optar por aquelas que permitem o empresário terceirizar a análise de risco, o que lhe poupa bastante trabalho.

    Abraços

    Responder
    1. Oi Flávio,

      Como citei anteriormente, já trabalhei com varejo no ecommerce utilizando tanto Gateways de pagamento como Intermediários. A maior dificuldade de nossa empresa, ao utilizar o Gateway, não foi a análise de risco ou a parte de tecnologia, na verdade foi organizar o fluxo de caixa, pois precisávamos de receber o dinheiro para repor o estoque e nas vendas parceladas, você também recebe parceladamente a não ser que negocie com o banco um adiantamento dos recebíveis ao custo de uma taxa de juros relativamente alta.

      E na medida que as vendas aumentavam esta situação só ficava mais grave, pois você vai precisar cada vez de mais dinheiro.

      Gostaria de saber, pela sua experiência, se você tem a idéia de qual a solução que as lojas de pequeno/médio porte tem adotado para isso:

      1 – Ter capital de giro suficiente para suportar as vendas parceladas e ainda conseguir repor o seu estoque.

      2 – Sempre utilizam recurso de adiantamento de recebíveis dos bancos, pagando os juros necessários para utilizar este serviço.

      Se alguém já teve este tipo de experiência e quiser compartilhar aqui seria muito valioso, pois eu tive este problema e não foi fácil achar uma solução adequada.

      Abraços,
      Davi

      Responder
      1. Davi, a questão que você está levantando é muito interessante.

        Pela minha experiência, vejo muitas empresas com taxas atrativas negociadas com seu banco para antecipação dos recebíveis ou para linhas de capital de giro.

        Mas há também estabelecimentos com capital de giro disponível e efetivamente financiando seus clientes.

        Para este assunto, eu gostaria de estimular o compartilhamento de experiências para enriquecer a discussão.

        Inclusive criei um tópico no LinkedIn para isso:
        http://www.linkedin.com/groups/Qual-melhor-op%C3%A7%C3%A3o-Capital-giro-2918302.S.61684398?view=&gid=2918302&type=member&item=61684398

        Abraços

        Responder
  5. Perfeito e muito interessante artigo Flávio, e concordo com os comentários do Davi também.

    Na escolha certa de um gateway de pagamento em parceria com uma boa empresa de análise de fraude, onde há um contrato para percentual de charge-back, acaba que a loja pode ser implantada com maior agilidade e pouca burocracia evitando homologações demoradas com instituições financeiras.

    Trabalho com back-office do terceiro maior e-commerce do Brasil e recomendo a utilização de gateway de pagamentos, desde que esse custo compense a venda.

    Responder
    1. De fato, seu caso parece se encaixar no caso da fictícia Pedrinho Informática, iniciante no e-commerce e que o receio com fraudes é muito alto.
      Você está correto, Flávio. Como no seu caso, iniciar com intermediário muitas vezes é a melhor forma de entrar no e-commerce e os inconvenientes são muito pouco percebidos. Acima de tudo, o importante é conhecer as alternativas que o mercado oferece e assim ter consciência da razão de estar utilizando determinado fornecedor.
      Abraços

      Responder
    2. De fato, seu caso parece se encaixar no caso da fictícia Pedrinho Informática do artigo, iniciante no e-commerce e cujo receio com fraudes costuma ser muito alto.
      Você está correto, Flávio. Como no seu caso, iniciar com intermediário muitas vezes é a melhor forma de entrar no e-commerce e os inconvenientes são muito pouco percebidos.
      Acima de tudo, o importante é conhecer as alternativas que o mercado oferece e assim ter consciência da razão de estar utilizando determinado fornecedor.
      Abraços

      Responder
  6. E ae pessoal! Antes de escolher a melhor, o interessante é você levantar qual o Ticket Médio da sua empresa. Para empresas que estão começando e que trabalham com ticket médio baixo, o mais interessante é o ClearSale, pois você pode utilizar o plano pré-pago e neste caso, você não precisa pagar NADA para ver o Score. Na maioria dos fraudes, é com pedidos altos, por isso, apenas com a verificação do score (baixo, médio, alto) já esta de bom tamanho e o CS te dá um nível de segurança legal. Já o FControl eles abusaram, como uma empresa com Tkt médio baixo vai pagar R$1,90 por transação? Impossível… Mas para aquelas que tem pedidos altos, o FC é bem interessante, pois há a vantagem de “manipular” o score de acordo com o perfil da sua loja, e ainda, vai lhe dar todo o histórico de compras dos clientes lhe dando um nível de segurança na tomada de decisão. Resumindo: veja o perfil da sua loja, pois hoje no mercado tem um soluções para todos! Abraços!

    Responder
    1. Concordo!

      Antes de tudo verifiquem o ticket médio de suas empresas, analisem suas lojas se baseando em uma pirâmide e verifique onde está inserida. Para a base da pirâmide pela experiência que possuo com e-commerce aconselho a procurarem sistemas como PasSeguro, Moip e Pagamento Digital, você sentirá a necessidade de algo a mais e nessa hora você parte para outro estágio dessa pirâmide onde por ‘necessidade’ que fique bem claro, você migrará para um Gateway de Pagamentos.

      Não compensa hoje, eu abrir uma loja e iniciar no mercado pagando um setup caro + um valor alto por transações com Sistemas AF, nesse momento a sua loja pode estar dando um ‘tiro no pé’ como o amigo acima colocou… Então estudem e analisem todas as soluções que estão disponíveis e que melhor se enquadra com o seu perfil de mercado.

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  7. Amigos
    Sou desenvolvedor e estou estudando um modelo de pagamentos. Entretando nao ha documentacao da solucao. Existe artigos tecnicos que mostrem as principais entidades envolvidas ? estou muito confuso com relacao ao workflow que cada tipo de transaçao pode seguir…

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  8. Parabéns pelo artigo.

    Em nosso caso estamos deixando o pagamento digital e iremos oferecer em nosso site o parcelamento direto com as operadoras de cartões. Já estamos há 03 anos trabalhando com os intermediadores, e chegamos a conclusão que é o momento de mudança. Nos últimos 6 meses sempre ligamos para os clientes que fizeram os pedidos e não concretizaram ou que abandoram os carrinhos de compra, e em mais de 80% dos casos, o motivo era o juros cobrado pelo intermediador no parcelamento com cartão. Então, à partir de janeiro já estaremos oferecendo o parcelamento sem juros. Para fazer a gestão de risco fechamos com a clearsale, e quanto ao capital de giro, estamos em negociações com nossos bancos, pois as taxas de antecipações hoje em dia se encontra à partir de 1.8% a.m. Além do parcelamento sem juros direto com a operadora, estamos também analisando a possíbilidade de incluir o mercado pago como mais uma opção, pois eles cobram dos vendedores taxas de 4.99% e liberam o dinheiro em 2 dias, enquanto qualquer outro intermediador cobra do vendedor 6.5% e liberam o dinheiro somente com 14 dias. E se integrarmos o mercado pago, para ficar algo atrativo, iremos oferecer o parcelamento sem juros em até 6x direto com as operadoras e se o cliente quiser pagar em até 12x ele terá a opção de pagar através do mercado pago.

    Bom galera, dei algumas dicas de como faremos em nossa empresa, e futuramente retornarei aqui para repassar os resultados.

    Abraços

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  9. Estou trabalhando ha dois anos para realizar um projeto. Tenho uma empresa de automação comercial, atuo na área de TEF dedicado e conciliação de cartões para grandes empresas. Ouço falar há séculos sobre a discussão GATEWAY vs INTERMEDIÁRIOS….porém até hoje não consegui visualizar nem sequer SOMBRA da maneira pela qual uma empresa torna-se legalmente uma INTERMEDIARIA DE PAGAMENTO sem ferir os contratos disponiveis com as operadoras. Contratos que impedem veementemente que uma empresa tenha seus “TERMINAIS” utilizados por uma terceira empresa. (TERMINAL – Equipamento e/ou software de processamento de dados (POS, PDV, PIN Pad ou equipamento com tecnologia semelhante), que se conecta à rede do SISTEMA VISANET e que realiza a captura de TRANSAÇÕES, emite COMPROVANTES DE VENDA e RESUMO DE OPERAÇÕES, entre outras funções.) Extraido do contrato de adesão visanet.
    Portanto, entendo que este assunto não seja a tônica ou a pauta do blog, mas estou tentando encontrar uma resposta porque tecnologia para programar as maquinetas (que podem ser adquiridas no mercado nacional a custos muito acessiveis) de forma que recebam mais de 200 TIPOS DE CARTOES, MAIS DE 80 OPERADORAS, eu já possuo. Caso encontre o contrato que dá legalidade para qualquer tipo de empresa tornar-se uma INTERMEDIARIA DE PAGAMENTO, estou disposto a dar 50% dos lucros do meu projeto. Estou aberto a negociações.
    Abs.

    Responder
  10. Olha! Já usei todos os intermediadores de pagamento, e o paypal é de longe o melhor. E posso lhe explicar o porque, nunca há falhas no sistema, não recusa pagamento sem motivos, é simples, prático e confiável para quem vende e para quem compra. Os demais, um verdadeiro caos, exemplo: Mercado pago, Pag seguro, Bcash “esse é o pior”

    Responder
  11. Qual a diferença entre gateway de pagamento e a utilização da ferramenta e-commerce (Cielo ou Redecard)? Nosso ticket médio é R$7.000 e parcelamos em 12x sem juros (Parcelado Loja), como fazer para que as transações não sejam bloqueadas por suspeita de fraude? Hoje processamos nossas vendas através de maquinetas físicas, porém vemos na utilização de ferramentas de pagamento on-line, uma ótima solução para redução de custos.

    Responder
  12. Olá Flávio!
    Estou com um projeto para comércio eletrônico, mas não entendo sobre gateways, você poderia me esclarecer algumas dúvidas?
    Você é o responsável pela IPAGARE? Como funciona?

    Obrigada!

    Responder

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