E-commerce: o jeito mais rápido e sustentável de crescer

por Sidney Zynger Quinta-feira, 26 de setembro de 2019   Tempo de leitura: 7 minutos

Todos queremos empreender, crescer, além de ampliar nossos negócios e estabelecer estruturas sólidas. A ideia é nos tornarmos empresas de referência nos mais diversos segmentos. E se tem uma coisa que a conectividade trouxe para o nosso tempo é a possibilidade de todos empreenderem através do e-commerce.

É mais simples, envolve menor capital investido e é menos burocrático do que abrir uma loja física. Isso sem falar da proporção que o negócio pode tomar quando integrado à Marketplaces por meio de grandes players de venda.

A visibilidade e a atração de outros públicos faz com que o e-commerce ganhe força e se desenvolva com rapidez.

Nos últimos anos, o segmento de comércio eletrônico deu um grande salto no Brasil. Segundo pesquisa encomendada pelo BigData Corp e PayPal, o estudo ‘Perfil do E-Commerce Brasileiro’, diz que nosso país tem cerca de 930 mil sites de e-commerce.

A proposta inovadora de vender e comprar produtos pela internet conquistou o brasileiro, e deixou de ser uma tendência para ser uma realidade muito eficiente e lucrativa.

Grande sacada do e-commerce

A grande sacada é que o varejista não precisa mais optar por ser apenas uma loja física ou virtual, ele pode ser os dois modelos concomitantemente. Isso, inclusive, facilita, em muitos casos, o relacionamento com o cliente, já que proporciona as diferentes experiências de compra.

Entre as vantagens do e-commerce está, também, o fator de proporcionar maior rentabilidade, derivada de uma ascensão mais rápida e vendas mais efetivas, a qualquer momento.

Já a loja física depende que o consumidor esteja no mesmo perímetro de compra e que deseje o produto (ou estar em busca), além do varejista disputá-lo com uma abrangência local do segmento.

O site deixa o consumidor a vontade para fazer sua busca a qualquer hora e lugar, mesmo que o cliente online seja menos fiel, se comparado ao comércio tradicional, ou seja, ainda temos uma boa vantagem.

Portanto, se por um lado, no e-commerce, o varejista enfrenta maior concorrência, a procura também é multiplicada. A visibilidade da loja virtual não enfrenta fronteiras, e isso eleva muito as chances de venda. 

O consumidor online tem como perfil ser mais ansioso pela compra e estar em busca da melhor oferta pelo produto desejado, mas ele também avalia as questões como frete e formas de pagamento antes mesmo de finalizar o pedido.

Novos públicos

Nesse contexto, divulgar é a melhor opção para atrair novos públicos, seja em redes sociais ou em anúncios pagos. Comparado ao custo de divulgação de loja física, geralmente em outdoors, comerciais, o custo tende a ser menor.

Por essas questões, pode-se dizer que é mais rápido e sustentável fazer sua empresa crescer dentro do mundo virtual, uma vez que isso reflete os nossos próprios hábitos de comprar cada vez mais no e-commerce. O meio online proporciona maior potencial de expansão e retorno dos seus investimentos.

Tudo isso acontece por que a forma como nos comunicamos e nos relacionamos com o mundo também mudou. As compras efetuadas por meio de smartphones cresceram no último ano, e estima-se que até 2020, metade das compras em e-commerces sejam feitas por meio de dispositivos móveis.

O comércio eletrônico também tem a vantagem de ser muito democrático com o perfil das vendas. Mesmo que os segmentos de cosméticos, roupas e eletroeletrônicos liderem as buscas de compra, também há espaço para artigos específicos e até perecíveis, como alimentos e bebidas.

Preocupação

Até algum tempo atrás, o consumidor tinha a preocupação em passar dados dos cartões de crédito, e até mesmo dados pessoais na hora de efetuar as compras online. E isso continua sendo legítimo, pois é sempre importante validar o site da compra antes de inserir seus dados, a fim de evitar comprar em lojas fraudulentas.

Mas com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o Brasil passou a fazer parte dos países que contam com uma legislação específica para proteção de dados e da privacidade dos seus cidadãos.

É uma lei que determina que todos os dados pessoais (informação relacionada à pessoa, como nome, idade, estado civil, RG, CPF) só podem ser coletados mediante o consentimento do usuário.

A expansão dos marketplaces nos últimos anos também auxiliou no crescimento do e-commerce. Só no Brasil, segundo o Panorama dos Marketplaces, o volume de vendedores em shopping virtual cresceu 90,7% entre 2017 e 2018.

Eles são responsáveis por dar maior visibilidade às lojas virtuais e oferecer mais opções ao consumidor 4.0. Esse cliente busca variedade e facilidades de compra. É um círculo econômico onde todos ganham: quem compra e quem vende.

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