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E-Commerce Experimental: clientes conectados e satisfeitos

por Fernanda Weber Segunda-feira, 02 de dezembro de 2019   Tempo de leitura: 5 minutos

Os gatilhos emocionais que durante tanto tempo vêm sendo explorados nas lojas físicas com os cinco sentidos (audição, olfato, tato, visão e paladar), hoje, mais do que nunca, precisam ser traduzidos para o varejo on-line. Surge aí a oportunidade de extrapolar as normas de usabilidade e oferecer um e-commerce experimental,  experiências diversas aos fãs e clientes digitais de marcas em geral, de todos os segmentos.

Videos, gifs animados, movimento, intervenções visuais, fotos e layouts dinâmicos deixam a navegação interessante, saem do básico comum, inspiram e convertem…além de envolver e fidelizar cliente.

E-commerce experimental

No mundo online, novas marcas surgem a todo momento e estratégias de varejo criativas e interativas são um caminho interessante em um mercado saturado como o varejo.

O foco é se diferenciar dentro de um mundo onde o básico, em teoria, todo mundo já faz – considerando como básico ter uma loja com um layout intuitivo e focado em conversão de vendas.

Para encontrar novas soluções e trabalhar branding nesse cenário, marcas nativas na internet e marcas tradicionais estão investindo em experiência digital e e-commerce experimental para se destacar.

No mercado de moda algumas marcas internacionais têm trabalhado layouts com abordagem diferente, layouts mais “livres” (e muitas vezes divertidos) para interagir com seu público.

A ideia é fazer com que o consumidor entre no mundo da marca ao navegar e comprar no site, tendo assim uma experiência especial.

Exemplos

O site da marca Man Repeller, por exemplo, permite que o cliente se divirta com um jogo que a marca criou para envolver e se relacionar com seus fãs.

A G-Star tem usado vídeos com uma pegada vintage (estilo video vhs) e oferece uma navegação diferente onde você “arrasta” as imagens e vai explorando o site e os produtos experimentando e brincando com a forma de navegar.

No Brasil, a Melissa faz o cliente mergulhar no mood da marca em seu site com um layout dinâmico e com a cara da internet (memes, gifs e um pouco do caos do mundo digital). E no meio de tudo isso a loja virtual está lá, inserida em todo o contexto.

A Sallve, marca D2C da Julia Petit, foge do modelo “template pronto” e traz um layout simples, moderno e cheio de informações que envolvem os clientes no mundo dos cosméticos e cuidados com a pele ao mesmo tempo que é focado em compra rápida e super intuitiva.

A Zara Brasil traz uma pegada fashion pro site, te insere nas inspirações da marca e extrapola alguns espaços, mas mantém a compra intuitiva e fácil, garantindo a conversão.

Amadurecimento

À medida que o mercado de e-commerce for amadurecendo e os clientes se acostumando a comprar online, o espaço para o experimental vai aparecendo e as inovações tomando forma.

As experiências que os clientes têm no online devem ser sempre extrapoladas para o offline e o fator humano jamais pode ser esquecido.

A oportunidade de transformar clientes em fãs através das experiências que ele tem com a marca são valiosas e, como tendência, precisam tomar forma e se tornar realidade o quanto antes… Afinal, clientes emocionalmente conectados valem muito mais que clientes apenas satisfeitos.

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