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Como driblar as mudanças constantes do Google e Facebook

por Marcos Bonilha Sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018   Tempo de leitura: 4 minutos

Se tem uma palavra que deixa os proprietários de e-commerce, profissionais de SEO, analistas de mídia e agências de cabelo em pé, essa palavra é “algoritmo”.

Com investimentos voltados, em sua maioria, para o Google e Facebook, os profissionais especialistas de marketing nessas áreas precisam estar sempre atentos quanto às mudanças nos códigos dos algoritmos dessas plataformas. E elas acontecem sempre!

Estima-se que o Google faça cerca de 500 atualizações por ano em seu código – algumas relevantes, outras, nem tanto –, enquanto a rede social criada pelo Zuckerberg já fez várias alterações só neste início de 2018. Quase todas em resposta às críticas pela divulgação de fake news.

Estamos no quarto parágrafo e você, caro leitor, deve estar se perguntando: “E o que isso tem a ver com meu empreendimento digital? ”

Tem tudo a ver. Para o bem ou para o mal.

Google e Facebook detém, juntos, de 60 a 70% do mercado publicitário online, crescendo ano a ano. Enquanto o Google faz alterações para privilegiar a página com a melhor usabilidade possível, tanto no mobile como no desktop – até mais no mobile –, o Facebook resolveu privilegiar os posts de amigos e familiares. E, para complicar ainda mais, o navegador Chrome, que pertence à gigante de buscas, agora disponibiliza adblock nativo, bloqueando publicidades nas páginas.

Se o seu e-commerce não está perfeito para o Google e perdeu relevância no Facebook, com as mudanças, para aparecer, só despejando verba nas campanhas de mídia de ambos grupos. E, como deve aumentar a procura, o custo deverá ir às alturas.

E como contornar essa situação sem ter que gastar a verba do ano em um mês, elevando todos os custos de mídia e captação de cliente?

Num primeiro momento, verificar como está seu e-commerce para o Google. A própria gigante de buscas oferece uma ferramenta gratuita (thinkwithgoogle), inclusive com comparativos com negócios semelhantes e opção de baixar um relatório com sugestões de melhorias. Revisar os códigos e verificar a necessidade de atualizá-lo, de acordo com as últimas atualizações do Google, também é recomendável.

Lembrando que esse tipo de ação não necessita de alto investimento, a não ser que já venha com problemas há muito tempo e seja necessário refazer todo o trabalho de SEO e adaptação para o mobile.

Quanto ao Facebook, de imediato, estude a nova funcionalidade “Marketplace” e veja como seu negócio pode se adaptar à essa nova funcionalidade. Num primeiro momento, lembra os primórdios do Mercado Livre e ainda está cheio de bugs, mas, pode apostar, há enorme potencial ali.

À parte disso, se possui ou não profissional de social media, monte um war room e foque na combinação engajamento, captação, interação com seu público. Responda às dúvidas, mescle as postagens com imagens, fuja dos links, crie um storytelling, elaborando um personagem que tenha uma página para ele (lembre-se, as páginas não são mais priorizadas pelo Facebook, mas os perfis ainda são) e crie um ecossistema dentro da rede social onde um complemente o outro e gere o engajamento entre os cliente e fãs, sem perder relevância.

Feito isso, hora de utilizar outros ambientes para aumentar as vendas e diminuir os investimentos em mídia. Mas falamos em um próximo artigo.

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