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Diversidade não é clichê: é estratégia de crescimento

por Tatiana Piloto Sexta-feira, 22 de junho de 2018   Tempo de leitura: 3 minutos

Gênero, raça, credo, origem, visão política e cultura. Nos últimos anos, a diversidade humana tem sido abordada de vários pontos de vista. Não à toa, entrou na pauta do mundo corporativo e impacta na política de contratação das empresas. E, em um mercado que aposta cada vez mais em organizações disruptivas, tem mostrado não ser apenas uma tentativa de fortalecimento de imagem das companhias, e sim uma estratégia fundamental para o crescimento e inovação.

De acordo com pesquisa realizada pela consultoria McKinsey and Co., as empresas que apostam em diversidade de gêneros têm probabilidade 21% maior de apresentar crescimento acima da média do mercado. Em caso de variedade étnica e cultural, o índice é ainda mais impressionante: 33%. Em outro estudo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Relações Empresariais Internacionais (Ibrei), foi constatado que uma companhia poderia progredir até 3,75% se apostasse em um time com 50% de mulheres e comissão interna para planejar e implementar ações para estimular a diversidade.

Na Zendesk, acreditamos que diversidade é a presença da diferença. Temos mulheres em posições de liderança em operações nacionais, marketing continental e finanças global. Funcionários de todas as partes do planeta. Confiamos em distintas origens, perspectivas e identidades para criar uma força que impulsione a inovação, fomente a criatividade e oriente nossas táticas de negócios. Ecoamos em vozes múltiplas para levantarmos novas ideias, serviços, produtos e, de fato, ter um pensamento multiplataforma.

Apostamos em muitos colaboradores que se encaixam entre os Millennials, a geração nascida entre 1980 e 1994. Entre nossos funcionários, 69% está inserido nesta faixa etária e compartilha nossa visão de inovação e trabalho como meio de realização pessoal. Reconhecemos também a necessidade da experiência, abrindo espaço para a Geração X (nascidos entre 1965 e 1979), que compõe 28% de nossa organização, e para os Baby Boomer (nascidos entre 1945 e 1964).

É importante citarmos que diversidade e inclusão são fatores interligados. Ambas são complementares e são parte das práticas de negócio das organizações. A inclusão cria o cenário para que a diversidade entre e seja valorizada por suas peculiaridades. É necessário ter o sentimento não somente de estar presente, e sim o real entusiasmo de pertencer àquele ambiente.

A nova era do mundo corporativo valoriza as relações humanas. Seja no modo de pensar o relacionamento com o cliente, dando mais valor aos seus interesses e o colocando no centro do negócio, ou formando uma equipe de funcionários que contemple diferentes perspectivas. A tecnologia, onde quer que ela nasça e seja aplicada, é uma aliada fundamental nas mudanças em nossa sociedade. A humanidade, porém, sempre terá três fatores que jamais poderão ser automatizados: criatividade, comunidade e empatia.

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