Comércio eletrônico muda hábito de consumo dos brasileiros e podemos aprender muito com isso

por Dalila Ferreira Sexta-feira, 18 de janeiro de 2019   Tempo de leitura: 7 minutos

É perceptível a mudança do brasileiro em relação ao consumo de produtos dentro do comércio eletrônico ao longo dos anos. Esses consumidores estão sempre atrás de um preço que seja condizente ao seu bolso, lugares confiáveis e que se mostrem preocupados com a sua experiência de compra e bem-estar durante todo o processo de aquisição. Inclusive, um pós-venda bem-feito também é um ponto positivo nesse ambiente.

Mas para ter essa sensação é necessário um olhar panorâmico para os dados e números de 2018. Afinal, o país enfrentou – e ainda lida com este fato – um cenário de recessão dentro do ambiente econômico, político e social. Contudo, para os mais otimistas, a singela alta do PIB (até setembro de 2018), de 1,4% em comparação ao de 2017, 1,0%, pode ser fruto de uma tímida mudança. Um cenário que mexe também com a retomada da confiança do consumidor.

A confiança no mercado também está relacionada à taxa de desemprego no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa caiu para 11,6% em novembro de 2018 em comparação à mesma data em 2017 (12%). Especialistas apontam que esta baixa também está atrelada aos trabalhadores informais ou autônomos.

Neste sentido, o público consumidor está cada vez mais cauteloso, adquirindo produtos de forma mais consciente e com um olhar alternativo para as compras. Em alguns casos, até migram para outras marcas, caso haja benefícios financeiros melhores, atendimento personalizado e segurança na hora de finalizar a compra.

Um estudo sobre Tendências Econômicas e de Consumo Globais e Locais em 2018, realizado pela Nielsen, analisou o comportamento do consumidor no Brasil e informou que “ele passou a observar mais formatos de canais varejistas em 2018, de modo a economizar em alguns itens para poder investir em outros de sua preferência”. O estudo apresentou ainda um fato positivo para o e-commerce: coloca o segmento como parte importante na mudança de hábito de consumo do país, inclusive para produtos de giro rápido.

Isso nos mostra como as compras pela internet impactam diretamente o dia a dia e a economia do país. Entender este cenário e tentar acessar este consumidor que alcança novos comportamentos digitais de forma eficiente, organizada e com estratégia bem definida, vai fazer o e-commerce crescer ainda mais neste ano de 2019.

Já que, em 2018, o e-commerce faturou R$ 9,9 bilhões, em comparação aos R$ 8,7 bilhões registrados no mesmo período de 2017, conforme aponta dados da Ebit|Nielsen.

Ao se diferenciar, criar boa reputação no ambiente digital e gerar valor agregado fará diferença nas plataformas de e-commerce, nicho que tem crescido mais e mais a cada ano.

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