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5 dicas de como reduzir a sua taxa de rejeição no Google Analytics

por Gustavo Esteves Sexta-feira, 31 de agosto de 2018   Tempo de leitura: 7 minutos

A taxa de rejeição é uma métrica que assusta diversas pessoas, muito mais por esse nome forte, REJEIÇÃO! Eu, assim como várias pessoas do mercado também concordamos que essa é uma métrica que deveria mudar de nome, pois ela não mede uma rejeição e sim uma interação (ou a falta dela) do usuário com a página e ou o site.

Já descomplicamos aqui a taxa de rejeição, mas nesse post vamos dar 5 dicas para otimizar e reduzir a sua taxa de rejeição e não teremos nenhum plugin envolvido que mascaram a métrica. Vamos mostrar dicas já utilizadas por nós e que foram de grande sucesso para o negócio.

Como a taxa de rejeição é calculada?

Segundo definição do próprio Google Analytics, a Taxa de Rejeição é o percentual de pessoas que acessaram o seu site por meio da página de entrada e não interagiram com ela. Ou seja, acessou seu site, leu a informação e não trafegou, não acessou uma outra página.

Logo, a taxa de rejeição não possui nenhuma relação com o tempo, e sim com a navegação do usuário. Ela mede a % de usuários que saíram do site navegando somente pela página que acessou.

Dica 1 – Analise as métricas do seu site e setor

Como já mencionamos no post sobre os 5 maiores erros do Google Analytics, a taxa de rejeição varia de acordo com o seu segmento. E você sabia que o Google considera uma taxa de até 98% boa para certos segmentos? Confira a lista já mencionada pelo Google:

  • 40-60% – Sites de conteúdo
  • 30-50% – Sites de geração de leads
  • 70-98% – Blogs
  • 20-40% – Sites de varejo
  • 10-30% – Sites de Serviços
  • 70-90% – Landing Pages Institucionais

É isso mesmo, se o seu site é um Blog e você possui uma taxa de rejeição de até 98%, não se assuste: é normal para este tipo de segmento.

Dica 2 – Vá além do número

A taxa de rejeição não mede nada mais nada menos do que a interação do usuário com o seu site, ou seja, o interesse com aquilo que ele está vendo e se ele segue ou não o fluxo de compra, por exemplo.

Por isso vá além do número! Busque utilizar algumas ferramentas para tentar te ilustrar a entender o que está errado naquela página ou o que pode ser melhor destacado para gerar o interesse no usuário. Ferramentas como o hotjar permite que você veja em vídeo o que o usuário está fazendo dentro do seu site e também criar pesquisas para que esses mesmos possam responder de acordo com o perfil de navegação dele no site.

Entender o usuário é uma grande chave para melhorar essa taxa e é exatamente isso que está na dica 3.

Dica 3 – Ouça seu cliente

Existem várias ferramentas que permitem aos usuários interagir com dúvidas e/ou comentários sobre aquele produto, por exemplo. Ferramentas como trustvox e yourviews possibilitam ao usuário interagir com o seu site deixando dúvidas que posteriormente seu SAC possa responder.

Não existe fonte mais nobre do que essa! Ao analisar essas dúvidas dos usuários sobre o seu produto e até mesmo sobre o seu site, você pode entender o que contribui para eles não seguirem o fluxo e rejeitarem a página.

Isso é sensacional! Temos um case bem bacana com um site (você pode ver aqui) que analisamos qual a pergunta do F.A.Q que o usuário mais clicava, ou seja, a principal dúvida dele.

A partir disso, pegamos essa pergunta e a deixamos em maior exposição no site e não somente no F.A.Q. Tivemos alguns resultados bem legais.

Dica 4 – Torne seu site rápido

Quem trabalha no mercado há bastante tempo já ouviu que o seu site não pode ser mais lento do que 3 segundos, pois os usuários não esperam mais do que isso para a sua página carregar. Você pode ver esse estudo aqui.

Ou seja, se o seu site demora muito para carregar, o usuário vai rejeitar o site. E é para isso que ferramentas como a Pingdom Tools, Web page test e a Page Speed Insights funcionam.

Com essas ferramentas você pode analisar como o seu site é carregado, quais os problemas e o que fazer para corrigir. Sensacional, né? Faça isso o quanto antes, pois o tempo de carregamento pode estar afetando da rejeição até a conversão.

Dica 5 – Tome cuidado com Pop Ups

Se na dica 4 você já está prejudicado por que seu site é lento, imagina depois da lentidão ele ainda carregar um pop up na frente? Os usuários dizem que isso é bem intrusivo — essa matéria está bem aqui.

Pop Up pode até ser algo bom se for usado da maneira correta, mas é algo bem intrusivo e pode estar prejudicando não só a navegação do seu usuário, como também não funcionando.

Você já mediu se aquele pop up funciona? Já o tagueou com eventos? Mensurou o CTR? Se os números forem positivos, apenas perceba o seu tempo de carregamento, melhore ele com a dica 4 e vambora!

Agora, se os resultados forem ruins e o que você comunica nele já está no site e em exposição, para que usá-lo? Penso sempre naquele Pop Up de abandono no site. Na web ele só é mais leve porque fechamos e não temos nenhuma interação com pessoas. Mas, já imaginou um Pop Up da vida real? Imagina você saindo de uma loja e o vendedor parando na porta com os braços abertos e falando:

“Opa! Não vai embora não, trouxe lá do estoque mais 15 roupas que você pode gostar!” Você não ia se assustar e achar isso meio bizarro? Então pensa nisso na web!

Acredito que essas 5 dicas podem ajudá-lo e muito a otimizar essa métrica. Pense em novos conceitos para o seu site e entenda que marketing digital não é uma receita de bolo. Ele não vai funcionar igualmente para todo mundo e essa é a coisa mais sensacional!

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