Como escolher o melhor sistema de e-­commerce

por Marcio Eugênio Terça-feira, 30 de agosto de 2016

Então você decidiu que o próximo passo da sua carreira é abrir um e-­commerce para expandir ainda mais os seus negócios. Essa é uma oportunidade de ouro, que tem feito com que muitos empreendedores tenham lucrado mais nos últimos anos, mesmo em meio a crise vivida por todos os setores do comércio brasileiro.

Comprar sem sair de casa se tornou uma das práticas mais comuns realizadas pelos consumidores. Mas para que tudo isso dê certo e o sucesso seja garantido, é essencial que cada passo seja dado na companhia de um planejamento detalhado de ações. O primeiro deles é a escolha de um sistema de e-­commerce.

Para abrir uma loja online há diversas questões a serem observadas e trabalhadas, para que não haja nenhum tipo de problema posterior, tanto para o empreendedor quanto para o cliente.

No que diz respeito a um sistema de e-­commerce, há vários pontos importantes. É necessário escolher a plataforma adequada ao tipo de comércio, as melhores formas de pagamento e, em alguns casos, o sistema de integração entre loja online e fornecedores. Nesse artigo, você confere um guia detalhado de como trabalhar cada um deles.

Escolhendo a melhor plataforma de e­-commerce

Pode­-se dizer que atualmente o mercado de lojas online vivencia a quarta geração de sistemas de e­-commerce, no que diz respeito às plataformas utilizadas. Além da compra e venda de mercadorias, esses sistemas disponibilizam serviços extras como desenvolvimento logístico, serviços e até mesmo a incorporação direta de agências de marketing digital.

Atualmente, existem três tipos de plataformas no mercado: as gratuitas, personalizadas e as alugadas. Cada uma delas oferece características próprias, ferramentas diferenciadas que ajudam a auxiliar no processo de compra de forma diferente. O que faz com que cada empresa escolha uma delas é a demanda do próprio cliente no que diz respeito à experiência de compra.

As gratuitas são a primeira opção de qualquer empreendedor, principalmente entre aqueles que estão começando a lidar com o mundo virtual. O motivo é simples, não há custo algum para mantê-­la.

Não é necessário ter uma equipe técnica para desenvolver um projeto como este, pois ele já vem pronto. Essa é uma ótima opção para aqueles que não têm muitos recursos disponíveis e desejam alterar apenas o que é essencial, como por exemplo o cabeçalho da página.

Já as desvantagens estão justamente na falta de personalização, pois seu site não vai ter a possibilidade de otimização de conversão e a velocidade também costuma ser bastante baixa.

Como não é personalizável, a plataforma também não permite que aplicativos de segurança diferentes sejam instalados para garantia de um bom serviço.

Se você possui uma equipe disponível para realizar as alterações, atualizações e ajustes necessários, uma plataforma do tipo personalizada pode ser a solução para seus problemas.

Ela é paga, mas oferece a possibilidade de modificação de acordo com as necessidades da empresa. Essa é uma questão importante, pois cada nicho e perfil de consumidor possui características especificas que devem ser levadas em consideração ao montar um ambiente de compra. Em muitos casos, o investimento vale a pena.

A última opção é a plataforma em que o sistema de e­-commerce é alugado. O investimento é bem menor do que a personalizada, pois são apenas alguns pontos que podem ser alterados, mas esses são os mais importantes. Nesse modelo, a empresa não se preocupa com layout e modo de compra, tudo já é pré­estabelecido pela plataforma.

Qual o melhor sistema de pagamento para e-­commerce?

Outro ponto importante no momento de montar uma loja virtual é a escolha dos sistemas de pagamento. Hoje em dia, os três mais usados são: os intermediadores de pagamento, gateways de pagamento e integração direta com o adquirente, como Cielo e Rede. Vale lembrar que é possível implementar mais de uma opção.

No que diz respeito a primeira opção de sistema para e­-commerce, os intermediadores de pagamento funcionam como terceirizadores dessa parte do serviço. O cliente escolhe os produtos em seu site, coloca no carrinho e no momento de finalizar a compra é redirecionado para a página do intermediador da ação, como por exemplo o PayPal. É necessário ter um cadastro no site parceiro para finalizar a compra e escolher a forma de pagamento.

Enquanto isso, a modalidade de sistema conhecida com gateways de pagamento funciona como uma máquina de cartão online, onde você simplesmente digita seus dados para finalizar a compra.

O cliente navega e escolhe a mercadoria que deseja adquirir e, na hora de efetuar o pagamento, seleciona a bandeira e coloca as informações necessárias sobre o cartão de crédito ou débito. O sistema do e-­commerce se comunica com a rede e verifica a disponibilidade de saldo, para finalizar o processo.

Já a integração direta com a adquirente não cobra mensalidade e toda a ação é feita de forma independente. Após selecionar os produtos e fechar a compra, o próprio sistema da loja online verifica se há saldo disponível. A única taxa cobrada é a administrativa das adquirentes, como a Cielo, por exemplo. Nesse caso, a cada compra realizada a tarifa é mais barata em relação aos outros sistemas de pagamento, mas o custo total por esse tipo de serviço ao final de um mês, por exemplo, costuma ser mais alto.

Integração de sistemas no e-­commerce

Para que seu e-­commerce funcione plenamente e atinja o objetivo desejado é extremamente importante que cada uma das funções estejam funcionando de forma impecável. Existem alguns sistemas que devem estar integrados, para que enquanto um exerça sua função o outro não tenha problemas para desempenhar uma diferente.

O sistema de um e-­commerce precisa estar ligado principalmente no que diz respeito a alguns pontos de interação. São eles: os sistemas internos (ERP ­ Enterprise Resourse Planning), plataformas e meios de pagamento, sistemas de análise de fraude e segurança do usuário, além da integração das plataformas de interação social como blogs, Facebook, Tiwtter, entre outros.

Todas esses sistemas precisam se tornar um só. Com isso, as vendas também acabam aumentando porque a otimização e conversão acabam crescendo.

Um site bem estruturado e com todas as ferramentas integradas e em seus devidos lugares trazem uma experiência muito boa para o cliente, que acaba se interessando ainda mais pelos produtos. Além disso, o site se torna referência no que diz respeito ao comprometimento, segurança e responsabilidade.

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