Cashless veio para ficar?

por Fellipe Guimarães Sexta-feira, 06 de setembro de 2019   Tempo de leitura: 5 minutos

A tecnologia não para de evoluir, o varejo não para de mudar, o consumidor está cada vez mais flexível ao recorrente cenário de mudanças. O Cashless, ainda tímido no mercado brasileiro, mas que você já deve ter ouvido falar, é o pagamento feito sem dinheiro ou cartão.

Assim como outras tecnologias, NFC, QRCode, criptomoedas, enfim, chegaram ao mercado e ganharam espaço no mundo e aos poucos no Brasil, com o cashless não seria diferente, ele também está na fila para ser “apreciado” pelo varejo do futuro.

O pagamento via cashless pode ser feito por aplicativo no celular, pulseiras ou cartão RFID. O cliente pode inserir uma quantidade de créditos/dinheiro que deseja gastar ou ainda fazer a transação direta do seu banco para o banco do estabelecimento comercial. Com as pulseiras RFID, o consumidor apenas precisa aproximá-la do leitor da máquina e o valor é debitado automaticamente na hora.

Com os aplicativos de celular, a ideia é semelhante, sendo que alguns usam tecnologia NFC para fazerem essa transação. O NFC é uma tecnologia sem fio que necessita de hardware especial embutido nos dispositivos, para que eles possam ser utilizados para o compartilhamento de informações.

Cashless

No Brasil, até o momento, ouve-se falar pouco sobre o cashless, ele ainda está começando, festivais de música, shows, casas de entretenimentos já usam da modalidade, até algumas farmácias estão aproveitando a tendência (inclusive alguns locais oferecem descontos para quem usar o cashless).

Enquanto o Brasil está entendendo o que é, e como funciona, lá fora existem exemplos de países no qual a modalidade de pagamento é muito forte. Estima-se, em todo o mundo, que cerca de 411 milhões de pessoas estejam realizando transações comerciais via pagamento cashless. Na Dinamarca e na Suécia, por exemplo, a meta é que o país todo apenas use essa forma de transação em todos os estabelecimentos comerciais.

Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), mostra que mais de 80% dos varejistas pretendem adotar aplicativos e QR Codes como meios de pagamento nos próximos 12 meses. A quantidade de pessoas que fazem compras por meio de QR Codes também aumentou: em 2018 elas nem apareciam no ranking, agora já somam 17%. O estudo também mostrouque 27% dos estabelecimentos ouvidos aceitam pagamentos por meio de apps.

Pagamentos

O QR Code e as moedas virtuais serão utilizadas não só para pagamento. O QR Code do futuro será integrada com a mídia offline e online, adwords, boletos, código de barra. A vantagem dessas mudanças são inúmeras, mas a padronização e unificação dessas informações serão grandes diferenciais juntamente com a segurança via criptografia.

As movimentações digitais ajudam em termos de segurança, prevenção à lavagem de dinheiro e combate ao crime organizado. No caso NFC, por exemplo, o pagamento precisa ser validado, seja via biometria ou senha. Entretanto, mesmo sendo uma novidade da qual o consumidor pode ser beneficiado, ainda sim, o comércio brasileiro está em período de adaptação/implementando aos poucos as novidades.

Existem ainda poucos estabelecimentos que sabem dessas novidades. Alguns negócios estão se adaptando ao NFC e QRCodes, neste momento, para daqui alguns anos
se adaptarem ao Cashless, é um ciclo, aos poucos a mudança vai acontecendo. Será que, no futuro, vamos nos tornar uma “cashless society”?

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