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O que Jung e inteligência artificial têm a ver com redes sociais?

por Karina Collenghi Sexta-feira, 13 de setembro de 2019   Tempo de leitura: 3 minutos

Parece até loucura querer juntar dois temas de épocas tão distantes uma da outra: os arquétipos do psiquiatra Carl Jung e a inteligência artificial moderna. Mas é uma combinação irresistível e que nos ajuda a analisar a mensagem emocional que marcas e empresas querem realmente transmitir.

Hoje em dia é possível usar técnicas projetivas específicas e relacionadas aos arquétipos de Jung para poder desvendar a emoção por trás de uma marca. Há sistemas que combinam a expertise de profissionais e um sistema de inteligência artificial para identificar se uma marca está transmitindo o posicionamento desejado, se este é consistente ao longo do tempo.

Nós vivemos, porém, em uma era hiperconectada, com milhões de uploads de vídeos e imagens em segundos! Sem falar que as redes sociais potencializaram a ação da comunicação de marcas e, principalmente, dos seus usuários, que agora têm o poder de derrubar uma marca.

E daí a importância de uma comunicação que seja verdadeiramente atraente e consistente dentro das redes sociais: qualquer mensagem mal compreendida pelo público ou um desencontro entre a personalidade de uma marca e seus posts pode gerar um buzz negativo e até mesmo crises de imagem.

Mas onde a inteligência artificial entra nisso tudo?

As marcas, hoje em dia, postam um número grande de imagens para comunicar seu posicionamento e transmitir sua identidade. Por isso, usar um sistema de inteligência artificial pode trazer velocidade na análise de peças de comunicação. Ele pode utilizar um modelo de análise rápida, baseado em redes neurais e dados de diferentes estudos realizados em 30 anos. Tudo para entender a simbologia das comunicações considerando os arquétipos de Jung como base — dando assim uma resposta que a marca possa usar para melhorar sua comunicação.

Antes de publicar uma peça, imagem ou gif, empresas podem se beneficiar desse tipo de inteligência artificial para ter uma resposta mais veloz se está conseguindo comunicar sua identidade corretamente e se ela está atingindo o público correto.

Veja como exemplo o anúncio abaixo, da Mont Blanc, marca cuja identidade e comunicação devem transmitir sofisticação, sucesso e indulgência. Se por acaso ela fizesse uma comunicação como a do lado direito, que traz um personagem mais sociável, básico, próximo, não atingiria o seu público-alvo da mesma forma. Pior: pode haver até uma comoção negativa dos usuários nas redes sociais.


Ferramentas que analisam o posicionamento de marca fazem com que muitas empresas reflitam sobre a importância das mensagens que estão transmitindo. Além disso, sobre e sua consistência com suas próprias identidades e sobre a velocidade na qual esse tipo de informação precisa ser obtida.

Em uma era na qual o conteúdo digital é cada vez mais fugaz, com conteúdos viralizando em um dia e sumindo no outro, é importante que pelo menos sua marca seja constante e perene.

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