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Brasil também vai ultrapassar a barreira do impossível? Agora é a hora!

por Jose Larrucea Sexta-feira, 06 de abril de 2018   Tempo de leitura: 2 minutos

Algumas semanas atrás, participamos de um evento originalmente focado em tecnologias móveis, telecomunicações e negócios: o Mobile World Congress.

Nos últimos anos, e este não foi exceção, muito se falou sobre uma realidade que uma década atrás era ficção científica: estou falando de robótica, machine learning, inteligência artificial, reconhecimento facial, carros auto-conduzidos e muitos outros avanços.

Este ano nosso lema como empresa foi “Step in Possible” e certamente sentimos que não apenas nós, mas também muitos expositores vivenciaram a mesma atmosfera: criar e colocar em prática o que até pouco tempo, só existia na cabeça de alguns.

Durante os três dias de evento, ficamos orgulhosos, surpreendidos e seduzidos de forma positiva, pelo interesse, cobertura e expectativa gerada no evento: todos os produtos eram únicos de várias maneiras, desde a compressão de vídeos até A2P Messaging, inovação por voz e reconhecimento facial; mas um se destacou e recebeu excelentes feedbacks dos visitantes e até mesmo cobertura de um grande canal de notícias espanhola – a TVE.

Na verdade, o que foi mais surpreendente para nós não foi apenas o interesse impulsionado pela curiosidade de ter uma enorme tela exibindo as imagens e os rostos dos visitantes, identificando gênero, idade aproximada e humor, mas também a clareza de pensar em aplicações tangíveis que nossa solução pode ter no cotidiano da sociedade e na realidade das pessoas.

De fato, existem várias verticais onde o reconhecimento facial pode trazer valor e relevância (como no caso da polícia chinesa usá-la em seus óculos para marcar e identificar cidadãos), ou em outros casos múltiplos que vão desde o controle de acesso em casas conectadas, identificação VIP e perfis de negócio, ou mesmo em identificação criminal de espaços controlados (shoppings, estádios, etc).

As múltiplas soluções de reconhecimento facial tais como a da Amazon, Microsoft, o a da RealNetworks, podem ser aplicadas em muitas dessas verticais – Sempre importante o nível de alta precisão de “double 9 digits” e crescendo tanto para vídeo quanto para imagens. Estas soluções, na maioria dos casos, estão baseadas em machine learning, e acredito que podem mudar a maneira como certas coisas são feitas atualmente em termos de controle de acesso, tratamento VIP, varejo e comércio eletrônico, superando gaps do online ao offline – na prática, estamos falando de comércio eletrônico enredado pelo processo de transformação digital.

Dados que permitem que qualquer parceiro se beneficie da nossa tecnologia para reunir informações em tempo real, até análises offline, que enriquecem inteligência de negócio, controle de fraude, novos KPIs para otimizar os retornos de investimento ou mesmo a identificação em tempo real da satisfação dos clientes quando lidam com seus produtos, marca ou até equipe usando NPS (Net Promoter Score). O céu é o limite e pode variar dependendo da vertical da sua empresa.

Hoje, li uma indicação de Marc Vidal sobre as tecnologias atuais que estão aqui para ficar conosco nos próximos 10 anos, e as 5 melhores são aqueles baseadas em machine learning, seguidos por IOT (Internet das Coisas), Blockchain, Impressão em 3D e tecnologias móveis. Está claro para todos que estamos vivendo um momento único: a era do possível!

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