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A vez dos marketplaces de nicho

por Sandro Ivo Pionkowski Quarta-feira, 14 de Março de 2018   Tempo de leitura: 5 minutos

Embora ainda sejam desconhecidos por boa parte dos brasileiros, os marketplaces já são velhos companheiros dos lojistas online que, ano a ano, vêm apostando de forma cada vez mais acentuada neste tipo de solução para impulsionar os resultados de suas empresas.

Para termos uma ideia desse movimento, de acordo com dados do E-Commerce Radar 2017, estudo divulgado pelo Atlas, 31,5% de todas as vendas das lojas virtuais aconteceram via marketplaces no ano passado. É um número que deve aumentar nos próximos anos com a chegada de novos lojistas parceiros, retomada da economia e da confiança dos consumidores. Além disso, novos canais estão chegando ao mercado e fica cada vez mais evidente que isso deve fazer com que os resultados sejam ainda mais positivos.

Mas uma tendência que tenho repetido ao longo do tempo e que começa a despontar este ano são o que eu chamo de marketplaces de nicho, ou seja, sites focados em um tipo específico de produto.

Um exemplo prático é o marketplace de nicho chamado BrasAtacado.com.br que vai ao ar nas próximas semanas. Vários lojistas venderão suas roupas e artigos de confecção neste portal, tendo como característica comum entre eles o fato de todos serem do Brás, região de São Paulo popularmente conhecida pelo seu comércio tanto para consumidor final (B2C) quanto para vendas em atacado (B2B).

Outros exemplos não menos interessantes são o da MusicJungle.com.br e CissaMagazine.com.br. O site da Music Jungle nasceu da necessidade, vivenciada pelos próprios fundadores, de encontrar o instrumento ou acessório musical ideal. O objetivo deles era criar um grande centro de compras com várias lojas online que oferecem de tudo em matéria de equipamentos musicais.

Já a Cissa Magazine, que veio ao mercado em 2010 como uma loja virtual de smartphones, se tornou um grande marketplace especializado em produtos eletrônicos, no qual, além de encontrar celulares, também é possível que os consumidores comprem placas de vídeo, fones de ouvido, equipamentos de telefonia e outros acessórios.

Além da chegada de novos players, as soluções tecnológicas, que avançaram muito durante os últimos anos, tendem a facilitar e otimizar os processos de vendas.

É o caso dos hubs de marketplaces. Este tipo de solução vai muito além da integração com os principais players. Com esta ferramenta, a junção de dados de diferentes canais onde o lojista venda os seus produtos se torna possível. Ou seja, ela facilita a administração de estoque, que fica com as informações centralizadas, podendo ser consultadas, atualizadas e analisadas em um único lugar, por exemplo.

Este é um mercado que vem crescendo na contramão da crise. Dados da ABComm mostram que crescemos cerca de 12% em 2017, atingindo um faturamento de R$59 bilhões em transações. Além disso, 2018 também deve trazer bons resultados, e quem estiver melhor preparado, com certeza, vai conseguir despontar neste cenário.

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