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2017, o ano dos chatbots?

por Caio Calado Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2017   Tempo de leitura: 3 minutos

2016 foi, sem dúvida alguma, um ano muito importante para os chatbots. Foi durante esse ano que gigantes da tecnologia abriram suas plataformas para que várias pessoas e empresas pudessem experimentar, conversar e desenvolver os chatbots para bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Foi em 2016 que a jornada dos (chat)bots re(começou).

Gift da #ChatbotCon 2016 — foto por Nei Fonseca.
Gift da #ChatbotCon 2016 — foto por Nei Fonseca.

Isso porque bots não são algo novo, na verdade eles existem desde a década de 60, mas o que fez que essa jornada recomeçasse foi o fato de que hoje a computação está mais acessível e disponível para bilhões de pessoas ao redor do mundo. Porém, ainda existem várias coisas que estamos aprendendo como, por exemplo: Inteligência Artificial e Processamento de Linguagem Natural.

Se você nunca ouviu falar de chatbots, não se preocupe, pois eles são bem simples:

São serviços baseados em regras e (às vezes) inteligência artificial, onde você pode conversar e interagir através de mensagens.

Você pode entender o que eles são em 5 minutos:

 

Se você está começando a ouvir falar sobre chatbots agora, não se preocupe, ainda há tempo e já existe muitos conteúdos para você aprender mais sobre essa nova tendência global.

Provavelmente você vai conversar com um chatbot em 2017, mas as perguntas que não querem calar são:
  • Quem vai criar chatbots em 2017?
  • O quão relevante chatbots se tornarão?

Mais importante: quantas pessoas estarão conversando com eles?

Ainda é muito cedo para ter certeza, mas vou listar alguns pontos que podem (espero) responder essas perguntas.

Acredito que 2017 será um ano de adoção em massa…

Aqueles que ainda não entraram nessa corrida dos chatbots, vão querer entrar. 2017 vai ser um ano de adoção em massa, mas nem todo mundo vai aderir (ainda) a essa nova corrida — por todo mundo entenda pessoas, startups, organizações e afins.

Chatbots ainda é um assunto muito novo para muita gente da área de tecnologia, criativa e etc — não confunda o assunto com bots da década de 60. Por ser um assunto novo, ainda precisa ser entendido e compreendido. Segundo Fabricio Teixeira, na área de UX design, os chatbots já são uma tendência para 2017:

 

Se ainda é novo para quem está idealizando, desenvolvendo e criando, imagina para as pessoas (clientes finais) que vão utilizar os chatbots.Acredito que 2017 será um ano de muito aprendizado e execução…

Por ser um ano em que muita gente / empresa / marca vai começar a criar seu próprio chatbot, muitos deles ainda não entenderão o real potencial e muitos ainda não terão a expertise para criar algo grande. Logo, vamos ter vários casos e ações experimentais em relação a chatbot.Portanto, para as pessoas que estão relacionadas a área de criação de chatbots, é nosso papel fazer com que esses experimentos conquistem seus objetivos e também de aprender com os erros e acertos.
Mas é aquela história:

“A única maneira de vencer é aprender mais rápido do que qualquer outra pessoa.” — Eric Ries (autor de Lean Startup).

Um exemplo sobre aprender com suas ações:

Também existiram aqueles que não deram tão certos assim — fica a deixa para você deixar nos comentários os seus chatbots bots favoritos ou não.

Acredito que 2017 será cheio de números expressivos…

Imagina quando as empresas começarem a entender que com os chatbots elas podem interagir com as pessoas 24h/7 dias, com milhares de pessoas ao mesmo tempo e que depois elas podem iniciar uma conversa novamente? (com o envio de anúncio, etc.)

Com tanta gente experimentando coisas novas e oferecendo serviços através de mensagens, é esperado que esses números sejam bem GRANDES. Ainda mais com as novas funcionalidades que estão por vir no Facebook e com a possível liberação do WhatsApp para a criação de chatbots — será mesmo?

Provavelmente, o Facebook deve falar algo em abril, durante seu evento anual chamado F8, pois:
Trocar mensagens são uma das poucas coisas que as pessoas fazem mais do que usar redes sociais.
Mark Zuckerberg

Exemplos desses (possíveis) números:

Acredito que 2017 será um ano emocionante, mas ainda não vai ser o ano dos chatbots.

Isso não é ruim, pelo contrário! Isso é ótimo!

Até porque…

Tanta experimentação significa que eventualmente alguém vai fazer a coisa certa. — Chris Messina

Chatbots não se tornaram as coisas mais populares do mundo em 2016, mas nem os apps para iPhone conseguiram crescer tanto assim de um dia para o outro. O importante foi que em 2016 a gente aprendeu muita coisa e isso faz com que 2017 tenha a promessa de ser um ano muito melhor.

Republicado com autorização do autor. Originalmente disponível em: https://medium.com/botsbrasil/2017-o-ano-dos-chatbots-835630514509#.nbofu25bs

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