Porcentagem de consumidores sem dívidas dobra e bate recorde

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014 Nenhum Comentário
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Segundo a Boa Vista, porcentagem de pessoas que se declaram sem dívidas atingiu 32% em dezembro

A porcentagem dos consumidores que se declaram sem dívidas atingiu o nível recorde de 32% em dezembro do ano passado, de acordo com a Pesquisa do Perfil do Inadimplente da Boa Vista Serviços, divulgada nesta quinta-feira, 23. Segundo o levantamento, o porcentual é o dobro do registrado na pesquisa anterior, em setembro, quando 16% dos consumidores afirmavam não possuírem dívidas.

Além disso, a proporção dos que declaram estar muito endividados caiu de 22% para 19%, na comparação do terceiro trimestre do ano passado com o quarto. A outra metade dos entrevistados afirmou estar “mais ou menos” (24% ante 30% do levantamento anterior) ou “pouco endividado” (26% ante 32%).

Nos dados sobre inadimplentes, a pesquisa mostra que manteve-se em 47% a proporção de inadimplentes que consideram sua situação financeira melhor do que no ano anterior. Já a parcela dos que afirmam que a situação está pior subiu de 13% para 19%.

O levantamento também apontou que 100% dos inadimplentes entrevistados pretendem pagar suas dívidas, total ou parcialmente, pelo segundo trimestre consecutivo. Desse total, 42% acreditam que pagarão à vista e 58% de maneira parcelada.

Ao mesmo tempo, subiu de 16% para 19% a parcela daqueles que declararam ter mais da metade da renda destinada ao pagamento de dívidas. Dos consumidores entrevistados, 50% estão com até 25% da renda comprometida com dívidas e para 31% deles a renda familiar está comprometida entre 25% e 50%.

A parcela de inadimplentes que citaram o desemprego como a maior causa da inadimplência caiu de 37% para 34%, o menor porcentual da série histórica. O descontrole financeiro como motivo da inadimplência permaneceu em 26%.

A Pesquisa do Perfil do Inadimplente foi realizada entre 2 a 10 de dezembro de 2013, com aproximadamente 1.110 consumidores. Os resultados devem ser lidos considerando-se 95% de grau de confiança e margem de erro de quase 3%.

Por: Estadão

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