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E-Commerce Na China X E-Commerce No Brasil

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7 respostas neste tópico

#1 Vivianne Vilela

Vivianne Vilela

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Postado 01 fevereiro 2012 - 12:26

Pessoal,

Encontrei esta discussão no Linkedin e acho que dá um bom tema pra gente conversar por aqui.



Evaluating Emerging eCommerce Markets – China and Brazil

Posted on January 31, 2012 at 12:09 pm



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China and Brazil are both the “superpowers” of their respective continents and are often looked to by surrounding countries as a stabilizing force and an indicator of the financial climate of the geographic region. While both are viewed by many eCommerce professionals as an emerging market, there are some stark differences between the future of eCommerce in each country – as well as a few similarities.


Below is a table comparing the two countries, with data provided by CNN Money and Forrester Research:


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As you can see above, the Chinese economy and online population is much larger than Brazil, so it’s to be expected that online spending in China is seven times greater than the South American country (projected to be eight times greater by 2015). Both countries have an age range for their median online shopper between the ages of 25 and 34, much younger than the median age of the U.S. online shopper which is approximately 40 years old.



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Chinese eCommerce site Taobao is not only the most popular eCommerce site in China but also one of the most popular websites in the world.


Due to the developed eCommerce landscape in China it’s understandably the more difficult market to break into of the two. Website Taobao dominates eCommerce in China, attracting 50 million unique visits per day and holds approximately a 50% share of the B2C online retail market in the country (their site TMall has a strong B2C focus). Taobao is also the 12th most visited internet site in the world and the third most in China.


Ordering products online and paying in cash when the product is delivered (also known as “Cash on Delivery” payments) is still common in China along with other Asian countries – consumers also have a legal right to inspect products bought online when they arrive and can refuse products if they are deemed unsatisfactory. This return tactic is parallel to the nature of the Chinese society where product negotiations are commonplace compared to Western countries.



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In Brazil installment payments are offered on a wide array of different products and are not limited to high-end items.


In Brazil there is not a major online retailer which dominates the space as eCommerce has more of a “local” focus, with shoppers purchasing online from retailers specific to their geographic location within the country. Many consumers purchase tech products online which dominates the eCommerce industry in Brazil, unlike China (a leader in the luxury industry) which has a diverse product range similar to the United States and Europe. Installment payments are also very common in Brazil which allows consumers to purchase even simple household products online and pay for them over time.


While China may appear to be a more appealing eCommerce location on paper, an advantage Brazil does have over China for online retailers based in the United States is its geographic location. Many major cities in Brazil are located in the same time zones as U.S. cities, meaning most correspondence between key staff located in the two countries can be done during normal business hours – unlike China where the time difference can lead to communication and logistical issues. Another advantage Brazil has over China is its official language, Portuguese, is quite similar to Spanish which is spoken in 12% of homes in the U.S. and is taught throughout many high schools in the United States. Only 2% of the U.S. population speaks an Asian language in their homes and the difference between languages such as Chinese and Japanese are night and day.



In conclusion, both Brazil and China are set to more than double their online spending in the next three to four years. China clearly has a larger eCommerce market but the dominance of Taobao cannot be ignored. The Brazilian eCommerce market is smaller and more focused on product and retailer localization, meaning no online retailer currently has a dominant upper hand in the country. Both countries and online markets are important to global eCommerce not only because of their current and future growth but also because they can anchor eCommerce initiatives in Asia and South America respectively.



#2 TCM

TCM

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Postado 02 fevereiro 2012 - 01:09

Como o Brasil ainda é pequeno perto da China. Creio que vamos crescer muito ainda, mas não podemos contar só com isso. é interessante começar a ter foco, investir no cliente já ativo, aumentar relacionamento e ticket médio.

Não podemos ficar só correndo atrás de novos clientes e investir tudo em Adwords, esquecendo do relacionamento com o cliente que já conquistamos.

#3 vinicius.ianni

vinicius.ianni

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Postado 02 fevereiro 2012 - 04:45

Tinha lido a matéria, momentos antes da Viviane postar aqui, e é bem interessante o que fala nela.
Mostra bem o potencial e as paticularidades de cada mercado, e o quanto podem crescer.

Não se trata bem de uma comparação entre paises ao meu ver, mas demonstra sim, o potencial de crescimento de dois paises lideres em seus continentes, por serem emergentes, o volume de negócios feito pelo e-commerce ainda vai crescer e muito.

A materia mostra de forma bem clara que precisamos nos preparar já para o crescimento muito forte que teremos nos proximos três ou quatro anos.

Aqueles que já estão atuando, precisarão investir mais em diferenciais para poder se manter a frente da concorrencia, e estabelecer seu lugar na lista de sites confiaveis e permanecer assim, nas preferencias do consumidor.

#4 Samanta Vonzodas

Samanta Vonzodas

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Postado 02 fevereiro 2012 - 10:02

Acredito que o investimento em diferenciais deverão partir tanto dos lojistas, das marcas, quanto das tecnologias, plataformas e soluções para o e-commerce em geral.

Samanta Vonzodas


#5 Larissa Salgueiro

Larissa Salgueiro

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Postado 03 fevereiro 2012 - 11:25

Tecnologias, plataformas e soluções nós temos. O Brasil precisa é parar de copiar os casos de sucesso de fora e criar seus próprios casos e identidades.

#6 vinicius.ianni

vinicius.ianni

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Postado 06 fevereiro 2012 - 12:46

Larissa, acho o ponto levantado interessante, mas existem vários casos de sucesso no exterior que quando trazidos para o Brasil também se mostram um sucesso.

é verdade que alguns precisam ser "tropicalizados" para poderem fazer o sucesso esperado, e alguns se mostram um fracasso, principalmente pela baixa adesão ou pela falta de estudo da realidade nacional ou por não ter sido trazido no momento apropriado.

Mas temos também bons casos de sucesso nacional que foram depois "exportados".

O interessante na reportagem é que mostra de forma clara nosso potencial de crescimento, mas isso levanta alguns pontos importantes, como nossa estrutura de logistica.
Ela está preparada para esse crescimento ?

Boa parte dos sites realizam suas entregas pelos correios, e tem sido cada vez mais frequente as noticias de greves e a demora para voltarem as atividades normais e consequente normalização das entregas que se acumularam.
Como evitar isso ?

A cobertura nacional que os correios oferecem aliada a seus preços, faz com que se tenha poucos ou nenhum concorrente dependendo para onde vai a mercadoria.

Se estamos num periodo de greve, os e-commerces precisam de alternativas realmente viaveis para poder continuar cumprindo seus prazos, mas o que notou-se na ultima greve, foi um aumento absurdo nos preços das empresas que realizam as entregas, muitas vezes inviabilizando a entrega dos produtos.
O que causou ao lojista um novo problema:
Arca com o preço para manter o cliente;
Repassa esse custo (ou parte dele) para o cliente, tornando a mercadoria mais cara e talvez perdendo sua competitividade em relação a concorrencia;
Ou entra em contato com o cliente, e verifica se ele está disposto a esperar a entrega ou devolve o dinheiro da mercadoria.
Nenhuma das alternativas é boa, e podem prejudicar o lojista de várias formas.

O mercado de e-commerce está crescendo a uma taxa realmente muito boa, mas é preciso verificar se esse crescimento não será restringido (e muito) pelas outras camadas que compõe o setor.

#7 Samanta Vonzodas

Samanta Vonzodas

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Postado 06 fevereiro 2012 - 01:08

Com relação a greve dos Correios, não tem saída mesmo.
O jeito é recorrer aos serviços de entrega privados, empresas aéreas, empresas de ônibus (mais baratas) e transportadoras privadas.
Uma alternativa é já manter uma certa parceria e contrato com essas empresas, para não correr o risco de aplicarem preços abusivos nessas situações de greve.

Samanta Vonzodas


#8 Gabriel Murillo Lanzi

Gabriel Murillo Lanzi

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Postado 22 maro 2012 - 02:31

Acredito que nós como profissionais do e-commerce temos que evoluir o pensamento estratégico e trazer novas tecnologias para a área, mais do que tudo a criatividade e a visão é extremamente necessária para a criação de tecnologias e para a implementação dessas.

Não somente o problema de serviços de entrega hoje afeta o Brasil na qualidade, hoje temos problemas com a nossa infra estrutura pecando com suporte tecnológico em nossa geografia. Pois em algumas circunstancias fazemos milagres para fazer acontecer o nosso negócio, não basta você ter todo o skill do mundo se você não tem apoio do governo e das instalações de infra para que isso seja executado. é necessário sempre os países de fora ver nosso potencial antes mesmos dos responsaveis pelo crescimento e aplicar para crescermos. ?

Ainda mesmo nós brasileiros criamos fórum , juntamos profissionais, compartilhamos informação, juntamos forças para que conseguimos conquistar o que vemos de melhor lá fora ou até mesmo aperfeiçoar sendo melhores.
Este post foi ótimo , mostra dados concretos para que possamos saber o potencial e a cultura brasileira que está mudando graças a dissipação de novos meios e facilidades para o consumidor, embora ainda muitas empresas de e-commerce
ainda pecam com a qualidade visando somente o lucro e o crescimento de capital .

Muitas empresas ainda que oferecem plataformas, soluções e ferramentas avançadas ainda tem problemas de qualidade e suporte com seus clientes fazendo com que buscamos o melhor lá fora assim como muitas adotaram terceiras nos EUA e etc.
Precisamos ter o melhor aqui para economizarmos e buscarmos aperfeiçoar a cada dia nosso ranking e ficar entre os melhores pois sabemos que no e-commerce detalhes que são modificados a cada minuto em nossos concorrentes são importantes para que possamos mostrar preocupação com a comodidade , segurança e criatividade visando o cliente.

Isto mostra ser uma luta de todos para conseguir recursos necessários para fazermos crescer com qualidade e não esquecermos de nossos clientes a quais nos mantém fortes e dispostos a melhorar cada vez mais.





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